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Calote do consumidor sobe em outubro após quatro quedas seguidas

Inadimplência registrou alta de 3,7% no mês passado na comparação com setembro

Economia|Do R7

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As dívidas com os bancos aumentatam de R$ 1.298 para R$ 1.324
As dívidas com os bancos aumentatam de R$ 1.298 para R$ 1.324

O calote do consumidor voltou a subir em outubro após quatro quedas seguidas. No mês passado, a inadimplência registrou alta de 3,7% na comparação com setembro, de acordo com a Serasa.

Já no acumulado de janeiro a outubro de 2013, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice caiu 0,6%, representando a primeira queda histórica da série para o período de janeiro a outubro.

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Na relação anual — outubro deste ano contra o mesmo mês do ano passado — o indicador também registrou declínio de 11,9%, sendo a quinta queda mensal consecutiva na comparação interanual.

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De acordo com os economistas da Serasa, a alta da inadimplência do consumidor em outubro foi basicamente devida a fatores sazonais (maior volume de vendas pelo do Dia das Crianças e maior número de dias úteis em relação a setembro) e, por isto, não pode ser interpretada como reversão de tendência do atual momento de recuo dos níveis de inadimplência dos consumidores.

Dívidas

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As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) puxaram a alta da inadimplência em outubro, com variação positiva de 5,1% e contribuição de 2,2 p.p.

A inadimplência com os bancos, os títulos protestados e os cheques sem fundos também colaboraram para o crescimento do índice, com variações positivas de 0,9%, 16,8% e 10,6% e contribuições de 0,4 p.p., 0,2 p.p., e 0,8 p.p., respectivamente.

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Valor das dívidas

O valor médio das dívidas não bancárias apresentou queda de 6,5% de janeiro a outubro de 2013, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Passaram de R$ 337,13 para R$ 315,22.

Os títulos protestados também caíram 4,2%, foram de R$ 1.460,72 para R$ 1.399,15. Já os cheques sem fundos (de R$ 1.515,84 para R$ 1.645,11) e as dívidas com os bancos (de R$ 1.298,88 para R$ 1.324,47) registraram alta de 8,5% e 2,0%, respectivamente. 

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