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China corta depósitos compulsórios para impulsionar empréstimos com economia mais lenta

Economia|Do R7

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PEQUIM (Reuters) - O banco central da China anunciou nesta sexta-feira, pela terceira vez neste ano, redução da quantidade de dinheiro que os bancos devem reter como reservas, liberando um total de 900 bilhões de iuanes (126,35 bilhões de dólares) em liquidez para dar fôlego à economia em desaceleração.

O Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês) disse em seu site que reduziria o chamado depósito compulsório em 50 pontos-base para todos os bancos, com um corte adicional de 100 pontos-base para alguns bancos qualificados.


O PBOC já cortou o compulsório sete vezes desde o início de 2018.

O amplo corte entrará em vigor em 16 de setembro. A redução adicional ocorrerá em duas fases, a partir de 15 de outubro e de 15 de novembro.


Apesar de uma série de medidas de apoio e flexibilização de política monetária desde o ano passado, a economia da China ainda está lutando para se recuperar.

Os dados de julho mostraram que o crescimento desacelerou mais acentuadamente do que o esperado, com a intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos afetando mais as empresas e os consumidores.

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