Logo R7.com
RecordPlus

Confiança dos serviços tem leve queda pelo segundo mês consecutivo

A média trimestral do indicador avançou 1,3%, após sete meses seguidos de queda

Economia|Do R7

  • Google News

O ICS (Índice de Confiança de Serviços) registrou, pelo segundo mês consecutivo, ligeira redução frente ao mês anterior (-0,2%), atingindo 116,1 pontos, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (31) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

A média móvel trimestral do indicador avançou 1,3%, após sete meses seguidos de queda. Entre setembro e outubro, houve aumento da confiança em seis das doze atividades pesquisadas, mostrando novamente indefinição de tendência sobre o nível de atividade do Setor de Serviços ao início do quarto trimestre, quando agregadas as percepções das 2549 empresas pesquisadas.


A evolução do ICS em outubro foi influenciada por comportamentos contrastantes dos seus componentes. Enquanto a percepção sobre a situação atual dos negócios melhorou (alta de +0,3% no ISA-S), revertendo parcialmente o recuo em setembro (-1,4%), as expectativas das empresas em relação aos meses seguintes pioraram (recuo de 0,5% no IE-S após dois meses consecutivos de aumento).

Leia mais notícias de Economia


O aumento do ISA-S entre setembro e outubro refletiu o avanço de 5,9% do indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios. A proporção de empresas avaliando a situação atual como boa aumentou de 20,6% para 25,9%, enquanto a parcela das que a consideram ruim caiu de 18,7% para 18,0%. Em contraste, o quesito volume de demanda atual recuou 5,7%.

O recuo do IE-S entre setembro e outubro foi influenciado pela queda, em magnitudes próximas, de ambos os quesitos que o compõem, demanda prevista (-0,6%) e tendência dos negócios (-0,5%).


A proporção de empresas prevendo aumento da demanda no futuro próximo diminuiu de 43,0% para 42,6%, enquanto a parcela daquelas prevendo demanda menor passou de 8,9% para 9,3%.

A proporção de empresas que esperam piora da situação dos negócios ficou praticamente estável, ao passar de 42,4% para 42,2%, enquanto a das que esperam piora aumentou de 6,7% para 7,2%.

Novamente, houve relativa estabilidade do ICS (-0,2%), desta vez resultante de sinais dispersos de seus segmentos e do comportamento contrastante de seus componentes, sugerindo incerteza dos empresários do setor quanto ao dinamismo da atividade ao final de 2013.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.