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Declaração do IR em 2026: veja quem tem prioridade para receber a restituição

Receita Federal anunciou novas regras para este ano; especialista explica

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Receita Federal anunciou novas regras para a declaração do Imposto de Renda de 2026, com prazo de entrega de 23 de março a 29 de maio.
  • A obrigatoriedade de declaração será para quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano.
  • O especialista Tiago Câmara destacou que quem declarar primeiro terá prioridade na restituição, a partir do próximo ano.
  • Duas modalidades de declaração estão disponíveis: simplificada e completa, cada uma com suas vantagens específicas.

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Foram anunciadas, nesta segunda-feira (16), pela Receita Federal, as novas regras para a declaração do Imposto de Renda para 2026. O prazo de entrega começará no dia 23 de março e irá até 29 de maio, considerando a obrigatoriedade de declaração para quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano.

A restituição vai ser paga em quatro lotes, já a partir do fim de maio. A isenção para quem ganha até R$ 5.000 e os descontos para quem ganha até R$ 7.350 só passarão a valer na declaração do próximo ano.


O especialista em direito tributário Tiago Câmara explicou, em entrevista ao Conexão Record News, que aqueles que forem declarando primeiro terão prioridade para receber a restituição, ficando atrás dos que já têm esse benefício por lei, como idosos, professores e portadores de deficiências físicas: “É aquela máxima: quem vem primeiro, bebe água limpa”, ressaltou.

Também tem prioridade quem optar pela modalidade pré-preenchida e pelo recebimento da restituição via Pix.


“Tem duas modalidades para a declaração [...]. A simplificada vai te dar um desconto na base tributária, que são seus ganhos ao longo do ano, e vai te dar o quanto você deve. Já a completa, você abate todas as despesas dedutíveis [...]. A própria Receita já faz esse comparativo, mas é muito importante que o contribuinte confira isso”, argumentou Tiago Câmara.

O especialista ainda enfatizou que, em casos de pensões alimentícias para menores, os responsáveis deveriam fazer uma simulação sem transmitir a declaração: “Então você coloca seu filho como dependente e vai simular para ver o quanto você tem a restituir ou a pagar [...] o que for mais vantajoso, no seu caso, consideramos que seja o ideal para esse contribuinte específico”, expressou.

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