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Desemprego cresce em 15 unidades da federação em março, diz IBGE

Historicamente, o desemprego aumenta no primeiro trimestre por causa da dispensa de trabalhadores temporários

Economia|Do R7

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  • A taxa de desemprego no Brasil aumentou para 6,1% no primeiro trimestre de 2023, afetando 15 das 27 unidades da federação.
  • Os estados com maiores taxas de desemprego incluem Amapá (10%) e Alagoas, Bahia e Pernambuco (9,2% cada).
  • A alta do desemprego é explicada pela dispensa de trabalhadores temporários, comum neste período do ano.
  • A taxa de informalidade na população ocupada é de 37,3%, com maior incidência no Maranhão (57,6%) e menor em Santa Catarina (25,4%).

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Carteira de trabalho digital. Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desemprego no Brasil subiu em 15 das 27 unidades da federação no primeiro trimestre deste ano, consequência da alta do índice para 6,1%. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os maiores níveis de desemprego foram no Amapá (10%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%). Já as menores foram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).


O instituto explica que, historicamente, o desemprego aumenta no primeiro trimestre por causa da dispensa de trabalhadores temporários, seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano, seja pelo encerramento de contratos temporários nas atividades de Educação e Saúde no setor público municipal.

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Já a taxa de informalidade, que foi de 37,3% da população ocupada, teve os maiores indicadores no Maranhão (57,6%), Pará (56,5%) e Amazonas (53,2%) e as menores, Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,1%) e Mato Grosso do Sul (29,8%).


“A taxa de informalidade da população ocupada considera os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada, empregadores sem registro no CNPJ, trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares”, informou a instituição.

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