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Diante de incertezas, investidores mantêm cautela sobre futuro da economia

Postura é tomada apesar da forte valorização do real, de quase 14% no ano, e de recordes do Ibovespa

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A valorização do real e os recordes do Ibovespa não impedem a cautela dos investidores.
  • Incertezas sobre a economia, mercado de trabalho e juros altos afetam as decisões de investimento.
  • O ano eleitoral de 2026 traz preocupações sobre o quadro fiscal e políticas públicas.
  • Taxas de juros elevadas impactam a inflação e a atividade econômica, complicando o cenário financeiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Além de fatores da economia local, projeção de 2026 deve levar em conta elementos externos Reprodução/Record News - 26.09.25

Apesar da forte valorização do real, de quase 14% no ano, e de recordes do Ibovespa, investidores mantêm cautela no Brasil e no mundo. Alguns fatores como as incertezas sobre o futuro da economia, a situação do mercado de trabalho e as altas de juros e inflação impactam diretamente nos investimentos.

Algumas dessas incertezas passam pelo fato de 2026 ser um ano eleitoral. É o que explica o economista Ricardo Buso que, em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (26), analisa o cenário da economia nacional para o próximo ano.


“É um ano eleitoral, é óbvio. E de todos os fatores, é importante chamar atenção para o quadro fiscal. Esse quadro fiscal vai ditar o ritmo das políticas públicas no ano que vem. Resta só saber que espaço, parece bem apertado, principalmente para as políticas sociais, que hoje é a principal discussão, o principal debate no Brasil, mas temos outros fatores”, diz.

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Buso cita o estímulo da economia nacional, que viu o crescimento de emprego e renda. Apesar de bom, o indicador impacta diretamente na alta das taxas de juros e inflação.


“Estamos vendo, por exemplo, taxa de juros, 15% ao ano, uma máxima de muitos anos, de mais de 10 anos. Isso, óbvio, se segura a inflação por um lado, por outro, prejudica a atividade econômica. E os efeitos vão chegar, a começar por uma inflação que está ficando mais controlada, ainda distante da meta, mas que trabalha com todos esses elementos” completa.

O economista ainda ressalta que, além dos elementos já citados, fatores como o tarifaço e o mercado externo, devem ser levados em conta na projeção do próximo ano.

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