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Dilma participa da assinatura de construção de plataformas de petróleo

Número de trabalhadores na indústria naval foi de 2.000 para 70 mil em dez anos, diz presidente

Economia|Do R7

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Dilma entre o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro
Dilma entre o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro

A presidente Dilma Rousseff participou nesta segunda-feira (16) da assinatura de contrato de construção das plataformas de exploração de petróleo P75 e P77 no o palácio Piratini, em Porto Alegre (RS).

— Essas plataformas vieram para ficar. Elas têm que sair o mais rápido possível porque implicam em todo o cronograma de produção de óleo e gás no Brasil.


Durante o discurso, Dilma afirmou que a indústria naval vai ampliar o desenvolvimento do País.

— Em 2003, o presidente Lula decidiu trazer a indústria naval de volta para o País. Na época havia apenas 2.000 trabalhadores no setor. Hoje são mais de 70 mil empregados trabalhando em estaleiros e na indústria naval brasileira.


Devido ao mau tempo, cerimônia com presidente Dilma muda de cidade 

A presidente disse ainda que, com a exploração do pré-sal no campo Libra, que deve começar ainda neste ano, haverá demanda para a construção de mais plataformas.


— A demanda deve ser de 12 a 17 plataformas. Com esse crescimento, a indústria naval capacitará o País a entrar no mercado internacional e seremos capas de nos tornar fornecedores no mercado externo.

Dilma comentou ainda a distribuição dos royalties do pré-sal para a educação e a saúde.

— Nenhuma nação chegou a ser desenvolvida sem educação em dois turnos, sem reforço de português, matemática, ciência e língua estrangeira.

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