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Dólar fecha a quarta-feira em queda e vale R$ 4,01

Moeda chegou ficar abaixo dos R$ 4, mas teve as perdas limitadas pelo preço do petróleo

Economia|Do R7

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Dólar recuou 0,85%, negociado a R$ 4,0109 na venda
Dólar recuou 0,85%, negociado a R$ 4,0109 na venda

O dólar fechou em queda sobre o real nesta quarta-feira (13), após dados melhores que o esperado sobre o comércio na China reviverem o apetite por risco nos mercados globais após dias de intensa turbulência.

O dólar recuou 0,85%, a R$ 4,0109 na venda. A divisa dos Estados Unidos chegou a cair a R$ 3,9710 durante a sessão, mas afastou-se das mínimas em meio à volatilidade dos preços do petróleo no exterior.


As exportações e as importações chinesas recuaram menos que o esperado em dezembro. As importações de petróleo marcaram sua máxima recorde e as importações de cobre na segunda maior economia do mundo apresentaram o segundo maior resultado na série histórica, alimentando a demanda por moedas ligadas a commodities.

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"Boa parte dos mercados globais demonstraram sinais iniciais de volta do apetite por risco, especialmente aqueles ligados a commodities", disse o estrategista para a América Latina do Scotiabank, Eduardo Suarez.

A queda recente do iuan vinha alimentando preocupações com a saúde da economia chinesa e deprimindo o apetite por ativos de países emergentes. O banco central da China deixou estável sua taxa referencial para a moeda nesta quarta-feira, mas as bolsas do país asiático novamente recuaram.


O bom humor no mercado de câmbio no Brasil foi limitado, porém, pela volatilidade dos preços do petróleo. Após operarem em alta firme durante a manhã, os preços da commodity foram afetados durante a tarde por dados mostrando aumento nos estoques dos Estados Unidos.

"Quando você espera um dia mais tranquilo, o petróleo volta a pesar. Este começo de ano está imprevisível", disse o superintendente de derivativos da corretora de um banco nacional, pedindo anonimato.


No mercado de câmbio brasileiro, operadores avaliaram que as cotações tendem a continuar voláteis em meio ao cenário doméstico incerto. O foco mais imediato é a reunião do Banco Central da semana que vem, com expectativa majoritária de alta de 0,50 ponto percentual nos juros básicos, a 14,75% ao ano.

O BC brasileiro realizou nesta manhã mais um leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º de fevereiro, vendendo a oferta total de até 11,6 mil contratos. Até o momento, a autoridade monetária já rolou o equivalente a US$ 4,511 bilhões, ou cerca de 43% do lote total, que corresponde a US$ 10,431 bilhões.

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