Dólar opera em baixa sob influência de leilão do BC
Moeda abriu o dia com queda de 0,21%, cotada à 2,33
Economia|Do R7

O mercado doméstico começou o dia influenciado pela expectativa pela reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que tem início nesta terça-feira (25) e termina na quarta-feira (26). O dólar à vista tem perdas ante o real, seguindo o movimento visto no exterior ante o euro e iene, e por causa também do leilão de swap diário — equivalente à venda de dólares no mercado futuro.
No que se refere à Selic, as apostas ainda são de uma alta menor da taxa: de 0,25%. O investidor também está atento a notícias internas recentes, como o déficit comercial, a possibilidade de aumento de combustíveis e sinais dados pelo BC (Banco Central) de que pode mexer nas reservas para segurar o avanço da moeda americana.
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O dólar era pressionado pela desvalorização externa, ante o euro, iene e algumas moedas emergentes, e o interesse de bancos que estão vendidos em derivativos cambiais na rolagem de contratos futuros em andamento esta semana, conforme apurou o Broadcast, serviço de informações da Agência Estado. A moeda norte-americana, porém, tinha leve alta ante os dólares australiano, canadense e neozelandês. Além disso, o leilão diário de swap cambial também ajuda a tirar pressão de alta da moeda americana. Às 9h24, o dólar à vista no balcão caía 0,21%, aos R$ 2,3390, na mínima.
Hoje, o BC termina a rolagem integral do vencimento de swap cambial de março, de US$ 7,378 bilhões (147.550 contratos), divididos em dois vencimentos. Às 9h30, foi realizado o leilão diário de swap, com oferta de R$ 466 milhões (US$ 200 milhões), equivalentes a 4 mil contratos de swap, visando dar mais liquidez ao mercado futuro.















