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Dólar sobe a R$ 4,05 por preocupações locais

Moeda norte-americana subiu 0,51% com dados da economia chinesa limitando a alta

Economia|Do R7

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Na mínima do dia, a moeda atingiu R$ 3,99
Na mínima do dia, a moeda atingiu R$ 3,99

O dólar fechou em alta em relação ao real nesta terça-feira (19), novamente pressionado pela volatilidade nos preços do petróleo e por preocupações locais, mas expectativas de estímulos econômicos na China limitaram o avanço.

O dólar avançou 0,51%, a R$ 4,0549 na venda, após atingir R$ 3,9995 na mínima da sessão.

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"O mercado abriu com bom humor por causa da China, mas aproveitou para comprar [dólares] quando o petróleo voltou a cair", explicou o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado. "Neste início de ano, o dólar tem estado confortável nesses patamares, um pouco acima de 4 reais".

O contrato do petróleo Brent recuperou-se nesta terça-feira após atingir as mínimas em 12 anos, mas o contrato norte-americano passou a cair e recuava cerca de 3% durante a tarde.

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O dólar chegou a recuar com firmeza logo no início dos negócios, após a economia chinesa crescer em 2015 no ritmo mais fraco em 25 anos. Os mercados financeiros globais reagiram favoravelmente, sob expectativas de que Pequim combata a desaceleração com novos estímulos.

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"Os dados da China apontam para uma desaceleração, mas gradual, que deve ser acompanhada de mais estímulos por parte das autoridades do país", escreveram analistas da corretora Guide Investimentos em nota a clientes.

Operadores ressaltaram que as perspectivas para o mercado brasileiro continuam difíceis, em meio a incertezas sobre o cenário político e econômico local. Nesta manhã, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, alimentou as dúvidas do mercado ao aumentar as chances de que o BC promova um aumento menor dos juros básicos ou até mesmo deixe-os inalterados.

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"Não dá para operar pensando no médio prazo. O mercado está preso no curtíssimo prazo", disse o operador de uma corretora internacional.

O BC brasileiro realizou nesta manhã mais um leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º de fevereiro, vendendo a oferta total de até 11,6 mil contratos. Até o momento, a autoridade monetária já rolou o equivalente a US$ 6,762 bilhões, ou cerca de 65% do lote total, que corresponde a US$ 10,431 bilhões.

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