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Faturamento das micro empresas caiu 6,9% em maio, diz Sebrae-SP

ABC Paulista teve pior queda (28,5%), seguido pela Região Metropolitana de São Paulo (10,4%)

Economia|Do R7

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Recuo foi influenciada pela queda de faturamento no comércio
Recuo foi influenciada pela queda de faturamento no comércio

O faturamento das micro e pequenas empresas paulistas apresentou queda de 6,9% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado, afirmou pesquisa do Sebrae-SP, divulgada nesta quarta-feira (16).

Segundo a instituição, o recuo foi influenciado principalmente pelo menor desempenho do comércio - setor que apresentou pior recuo de faturamento no período (16,1%). A maioria dos empreendedores ouvidos aguarda "estabilidade" quanto ao faturamento de suas empresas nos próximos seis meses.


O setor de indústria de transformação aparece logo após o comércio, com recuo de 2% no faturamento. Serviços foi o segmento que apresentou melhor desempenho, com variação positiva de 3,5% no índice.

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Para o diretor técnico da entidade, Ivan Hussni, os resultados foram influenciados pela desaceleração no consumo.


— Um reflexo do enfraquecimento da atividade econômica e também em virtude da queda da confiança dos consumidores, o que afeta o consumo das famílias.

O pior resultado do faturamento foi no Grande ABC, que registrou queda de 28,5% na comparação de maio deste ano e o mesmo mês de 2013. O Sebrae-SP atribui esse resultado aos bons números de maio do ano passado.


A Região Metropolitana de São Paulo aparece em seguida com queda de 10,4%, seguida por recuo de 3,4% no interior e variação negativa de 2,3% na capital paulista.

Salários

A pesquisa também mostra que, no acumulado de janeiro a maio ante o mesmo período do ano passado, as MPEs apresentaram queda de 0,4% no total de pessoal ocupado. Já o rendimento real dos empregados dessas empresas não teve variação (0%, já descontada a inflação), enquanto que a folha de salários paga pelos pequenos empreendimentos teve aumento de 0,8%. Ainda segundo a pesquisa, a receita real (descontada a inflação) teve aumento 1,4% no período.

Para os próximos seis meses, 61% dos 2.716 micro e pequenos empresários ouvidos pela pesquisa durante o mês de junho aguardam "estabilidade" quanto ao faturamento de suas empresas.

Questionados sobre a evolução da economia brasileira, 49% dos proprietários disseram esperar a manutenção do nível de atividade econômica até o final do ano. Os dados reais apresentados na pesquisa foram deflacionados por meio do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), segundo o Sebrae.

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