Federação dos bancos elogia medidas de cortes do Governo
FEBRABAN aprovou a recriação da CPMF: "facilita o reequilíbrio das contas públicas"
Economia|Do R7

A FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos) elogiou as medidas anunciadas pelo Governo na tarde desta segunda-feira (14). Em entrevista coletiva os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) afirmaram que previsão é de obter quase R$ 65 bilhões.
Federação disse que cortes de gastos e novos impostos são uma "condição indispensável" para retomada do crescimento.
"As medidas anunciadas hoje [...] refletem o compromisso do governo em promover o equilíbrio fiscal, condição indispensável para abrir caminho a retomada do desejado crescimento da economia do país."
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Um aspecto elogiado pela FEBRABAN foi a recriação da CPMF por quatro anos e com alíquota de 0,20 %.
"A contribuição sobre movimentações financeiras, tendo em vista sua ampla cobertura, menor impacto inflacionário, simplicidade e maior rapidez de implantação em relação a outros tributos, facilita o reequilíbrio das contas públicas."
Leia a nota na íntegra:
"A FEBRABAN entende que as medidas anunciadas hoje pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, refletem o compromisso do governo em promover o equilíbrio fiscal, condição indispensável para abrir caminho a retomada do desejado crescimento da economia do país.
O corte de despesas em R$ 26 bilhões visa adequar o Orçamento de 2016 à capacidade de atuação do Estado brasileiro e emite uma sinalização importante para o restabelecimento da confiança dos agentes econômicos e a retomada futura dos investimentos.
A FEBRABAN compreende a necessidade de complementar o corte das despesas com medidas temporárias de aumento de tributos. Avalia que a contribuição sobre movimentações financeiras, tendo em vista sua ampla cobertura, menor impacto inflacionário, simplicidade e maior rapidez de implantação em relação a outros tributos, facilita o reequilíbrio das contas públicas, enquanto o governo elabora medidas estruturais de adequação das despesas. O caráter temporário deste tributo deveria ser combinado com alíquotas declinantes ano a ano para reduzir os efeitos distorcivos da taxação sobre intermediação financeira."















