Habitação e transporte pesam menos no bolso da baixa renda em outubro
Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 ficou estável na comparação com setembro
Economia|Do R7

O IPC-C1 (índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 do mês de outubro ficou estável em relação a setembro ao apresentar o mesmo resultado, alta de 0,46%. O indicador foi divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quarta-feira (12) e serve para medir a inflação para as famílias de baixa renda, aquelas que recebem entre 1 e 2,5 salários mínimos.
Em outubro frente a setembro, os grupos habitação (0,70% para 0,55%); transportes (0,41% para 0,12%); alimentação (0,49% para 0,43%); e educação, leitura e recreação (0,48% para 0,38%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.
As maiores reduções, respectivamente, em cada um desses grupos foram: tarifa de eletricidade residencial (2,79% para -0,22%); tarifa de ônibus urbano (0,36% para 0,05%); carnes bovinas (2,81% para 1,51%); e passagem aérea (12,13% para -8,18%).
No entanto, quatro classes de despesa tiveram acréscimos em suas taxas de variação: vestuário (-0,11% para 0,96%); saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,57%); comunicação (0,03% para 0,31%); e despesas diversas (0,06% para 0,13%).
Nestas segmentações, os destaques foram roupas (0,09% para 0,91%); artigos de higiene e cuidado pessoal (0,31% para 0,87%); tarifa de telefone residencial (-0,81% para 0,11%); e alimentos para animais domésticos (-0,24% para 0,38%), respectivamente.
No ano, o indicador acumula alta de 4,97% e de 6,24% nos últimos 12 meses. A taxa para a baixa renda em outubro ficou acima da registrada pela média da população calculada pelo IPC-BR que registrou variação de 0,43%.
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