Índice de Preços ao Produtor cai 0,22% em março ante fevereiro, diz IBGE
Resultado do IPP divulgado nesta terça (6) foi o primeiro negativo desde outubro de 2013
Economia|Do R7

O IPP (Índice de Preços ao Produtor) caiu 0,22% em março em relação a fevereiro – a primeira queda desde outubro de 2013 –, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (6).
Em fevereiro o indicador foi de 0,52%. Na comparação com o mesmo mês de 2013 (acumulado em 12 meses), os preços subiram 7,96% em março, contra 8,24% no mês anterior. O IPP calcula a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação.
Em março, cinco das 23 atividades pesquisadas registraram alta nos preços, contra 14 do mês anterior. As quatro maiores variações foram em equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,54%), fumo (-2,01%), impressão (-1,66%) e madeira (-1,60%).
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Já os itens com maior influência na variação de março ante fevereiro foram equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-0,07 pontos percentuais), fabricação de máquinas e equipamentos (-0,04 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,04 p.p.) e outros produtos químicos (-0,04 p.p.).
No acumulado de 2014, O IPP acumulou 1,73% em março, contra 1,96% em fevereiro. Entre as maiores variações estão refino de petróleo e produtos de álcool (5,45%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (5,14%), metalurgia (4,84%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,67%).
Os setores com maior influência foram refino de petróleo e produtos de álcool (0,60 p.p.), metalurgia (0,37 p.p.), outros produtos químicos (0,34 p.p.) e alimentos (-0,21 p.p.).
Em relação ao mesmo mês de 2013 (acumulado em 12 meses), os preços subiram 7,96% em março, ante 8,24% em fevereiro. As quatro maiores variações ocorreram em fumo (16,12%), calçados e artigos de couro (14,49%), alimentos (11,54%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,20%).
As principais influências na comparação de março contra o mesmo mês do ano anterior vieram de alimentos (2,22 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,12 p.p.), outros produtos químicos (0,81 p.p.) e metalurgia (0,70 p.p.).
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