Inflação oficial sobe 0,82% em setembro, puxada pela energia elétrica
Resultado interrompe deflação de agosto com fim do Bônus de Itaipu na conta de luz; transportes e alimentos também subiram
Economia|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial do país, voltou a subir em setembro e fechou em 0,82%. O valor é 1,14 ponto percentual acima da taxa registrada em agosto, quando o país havia registrado deflação.
A alta se dá, principalmente, pelo fim do efeito do Bônus de Itaipu, relacionado ao crédito concedido na conta de luz no mês de agosto por conta do resultado positivo na comercialização de energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
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Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), além da energia elétrica, que subiu 7,98%, o resultado do mês foi influenciado pelas altas nos grupos de transportes e de alimentação. No primeiro, o impacto veio do avanço de 1,41% nos combustíveis e de 9,66% nas passagens aéreas.
Após três recuos consecutivos, o grupo de alimentação e bebidas voltou a subir e registrou variação positiva de 0,83%. Em setembro, os itens com maiores altas foram o tomate (37,76%), a batata-inglesa (24,07%), a cebola (10,14%), o arroz (4,56%) e as carnes (0,63%).
📌 Inflação é o aumento dos preços de bens e serviços, o que resulta na diminuição do poder de compra da moeda. Esse indicador é medido pela variação do custo de uma série de itens considerados no cálculo do IPCA, índice oficial analisado pelo IBGE.
No ano, o IPCA acumula alta de 3,95% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,58%, acima dos 4,22% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2025, a variação havia sido de 0,48%.
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