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Economia brasileira se mostra resiliente diante das adversidades, diz especialista

Apesar de queda na estimativa, superávit da balança comercial brasileira será 24% maior neste ano

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério do Desenvolvimento reduziu a previsão do superávit da balança comercial brasileira para 2026 de US$ 90 bilhões para US$ 84 bilhões devido à queda no preço do petróleo.
  • Apesar da revisão, o superávit ainda representa um aumento de 24% em relação a 2025, com saldo positivo de US$ 7 bilhões em setembro.
  • O economista Fernando Agra destaca a resiliência da economia brasileira, que continua crescendo a uma média anual de 2,1% a 2,2%.
  • A queda no preço do petróleo, de US$ 138 para cerca de US$ 100 por barril, beneficia exportadores, mas encarece combustíveis e afeta a inflação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços reduziu nesta terça-feira (6) a previsão do superávit na balança comercial brasileira de US$ 90 bilhões para US$ 84 bilhões para 2026, por conta da queda no preço do petróleo. Mesmo com a revisão, ainda representa uma alta de 24% em relação a 2025. Em setembro, o Brasil teve um saldo positivo de US$ 7 bilhões.

Para o economista Fernando Agra, entrevistado no Conexão Record News desta quarta-feira (7), mesmo com os juros altos e incertezas internas e externas, a economia brasileira tem se mostrado muito resiliente há alguns anos.

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“Nossa média de crescimento anual é em torno de 2,1% a 2,2%. Um desses componentes do crescimento da economia brasileira é a balança comercial [...]. Então, mesmo com essa queda na estimativa, ainda é superior ao ano passado e é interessante notar que essa queda agora é por um motivo até bom, que é o motivo da queda do preço do petróleo.”

Agra lembra que o preço do barril do petróleo chegou a US$ 138 por conta da guerra no Oriente Médio e hoje está na casa dos US$ 100, que é um preço alto ainda na visão do economista, mas que beneficia os exportadores; em contrapartida, encarece o preço dos combustíveis e prejudica a inflação.

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