Na 7ª queda seguida, dólar fecha a R$ 4,83, menor nível em 11 meses
O Ibovespa também acumulou uma sétima alta seguida, com 1,25%, a 118.928,17 pontos, maior patamar desde 1º de setembro
Economia|Do R7

O dólar encerrou esta quinta-feira (24), marcada por volatilidade, em queda, embora bem longe de mínimas intradiárias abaixo de R$ 4,80, com os participantes do mercado sem enxergar perspectivas de um final para o fluxo contínuo de recursos estrangeiros que tem entrado no Brasil desde o início do ano.
Em queda pela sétima sessão seguida, a divisa norte-americana marcou sua maior sequência de desvalorizações diárias desde uma série de mesma duração finda em 22 de abril de 2021.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,28%, a R$ 4,8311 na venda, nova mínima desde 13 de março de 2020 (R$ 4,8128).
Na B3, às 17h06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,27%, a R$ 4,8485.
A Bolsa de Valores de São Paulo também acumulou uma sétima alta seguida nesta quinta-feira, impulsionada por desempenho positivo em Wall Street e em meio a alívio na curva de juros local.
Mais cedo, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou sinais de que a instituição pretende encerrar o ciclo de alta dos juros em maio.
Vale e Magazine Luiza foram as principais contribuições positivas ao índice, enquanto a operadora de saúde Hapvida ficou na ponta oposta.
De acordo com dados preliminares, o Ibovespa subiu 1,25%, a 118.928,17 pontos, o que seria o maior patamar de fechamento desde 1º de setembro. O volume financeiro da sessão foi de R$ 27,9 bilhões de reais.















