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Novo governo eleva juros normalmente, diz economista da FGV

Segundo governo de FHC, primeiro de Lula e o primeiro de Dilma subiram a Selic no começo

Economia|Do R7

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Alexandre Tombini é o atual presidente do Banco Central
Alexandre Tombini é o atual presidente do Banco Central DIDA SAMPAIO/AE

O início de gestões nos Bancos Centrais, em geral, é marcado por altas nos juros e, por isso, o mercado está "comprando com muita facilidade o peixe que está sendo vendido" pelos candidatos à Presidência da República.

Os economistas que opinam no chamado Boletim Focus, do governo, tem derrubado as taxas futuras e projetado, na média, alta de apenas 0,5 ponto percentual na Selic em 2015.


A análise foi feita nesta segunda-feira (15) pelo pesquisador do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), José Júlio Senna.

A declaração foi dada em seminário do Ibre/FGV, no Rio, referindo-se às promessas de que ajustes na Selic serão feitos de forma moderada e aos poucos a partir do ano que vem.


Taxa de juros para pessoa física sobe pelo 15º mês consecutivo em agosto:

Mercado financeiro reduz projeção do PIB do Brasil para 0,33% em 2014


Senna cita a experiência histórica como evidência. O início da gestão de Armínio Fraga no BC, em 1999, durante o Governo FHC, teve alta de juros, assim como ocorreu com o primeiro ano de Henrique Meirelles (Lula, 2003) e de Alexandre Tombini (DIlma Rousseff, 2011).

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