Prévia da inflação perde força em julho, mesmo com energia elétrica mais cara, diz IBGE
Com recuo do tomate e da batata, o IPCA-15 registrou taxa de 0,06% no período; índice acumula alta de 4,52% em 12 meses
Economia|Do R7, em Brasília
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A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15), desacelerou e ficou em 0,06% em julho, 0,35 ponto percentual abaixo da taxa registrada em junho (0,41%), informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (28).
Apesar da queda, o grupo de habitação (0,97%) teve a maior variação e impacto, influenciado, principalmente, pela energia elétrica, que subiu 3,03%. Além disso, houve reajuste na taxa de água e esgoto (0,26%).
No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% e, em 12 meses, de 4,52%, abaixo dos 4,80% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Comparado com o mesmo mês do ano passado, quando o indicador marcou 0,33%, houve uma queda de 0,27 ponto percentual.
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📝O indicador tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos.
Na contramão da habitação, o grupo dos alimentos teve a menor variação e impacto, com -0,66% e -0,15 ponto percentual, respectivamente.
No grupo, o destaque é a redução de 1,14% na alimentação no domicílio, impulsionada pelas quedas do tomate (-19,95%), da batata-inglesa (-10,03%) e do café moído (-3,13%).
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