Logo R7.com
RecordPlus

Produtos químicos puxam alta de 0,51% em fevereiro do Índice de Preços ao Produtor

IPP mede o aumento no valor dos produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e fretes

Economia|Do R7

  • Google News

O IPP (Índice de Preços ao Produtor), que mede a evolução no valor dos produtos na “porta de fábrica”, subiu 0,51% em fevereiro em relação a janeiro, divulgou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (1).

O aumento é inferior ao registrado em janeiro ante dezembro do ano passado (1,43%). Em 2014, o avanço é de 1,95% e, em 12 meses, a alta acumulada é de 8,24%. Das 23 atividades da indústria de transformação pesquisadas, 14 apresentaram alta nos preços.


As quatro maiores variações apareceram entre as atividades de confecção de artigos do vestuário e acessórios (2,19%), papel e celulose (-1,87%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,77%) e calçados e artigos de couro (1,56%).

Leia mais notícias de Economia e ajuste suas contas


Em termos de influência, os destaques foram para outros produtos químicos (0,17 ponto percentual – p.p.), alimentos (0,09 p.p.), veículos automotores (0,07 p.p.) e papel e celulose (-0,06 p.p.). 

Na comparação entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2013, o IPP atingiu 1,95%, ante 1,43% em janeiro — o segundo maior resultado da série em fevereiro. Entre as atividades que, em fevereiro deste ano, tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador, estão: metalurgia (5,15%), refino de petróleo e produtos de álcool (5,09%), móveis (4,40%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,26%).


Ainda nesse indicador, os setores de maior influência foram: refino de petróleo e produtos de álcool (0,56 p.p.), outros produtos químicos (0,40 p.p.), metalurgia (0,39 p.p.) e alimentos (-0,22 p.p.).

Seja bombardead@ de boas notícias. R7 Torpedos


No acumulado dos últimos 12 meses, ao comparar fevereiro de 2014 com o mesmo mês do ano passado a variação de preços foi de 8,24%, ante 7,31% em janeiro. Esse o maior resultado da série, nessa perspectiva.

As quatro maiores altas, na comparação anual, ocorreram em fumo (19,31%), calçados e artigos de couro (14,50%), outros equipamentos de transporte (12,80%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,12%).

As maiores influências para o indicador vieram de alimentos (1,97 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,18 p.p.), outros produtos químicos (0,92 p.p.) e metalurgia (0,81 p.p.).

Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.