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‘Quanto mais parceiros, melhor’, avalia professora sobre possível tratado entre Mercosul e China

Brasil, Uruguai e Paraguai estariam favoráveis a expandir as relações com a superpotência asiática

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil, Uruguai e Paraguai mostram-se favoráveis a um tratado entre Mercosul e China, apesar da resistência da Argentina.
  • A professora Carla Beni enfatiza que ter mais parceiros comerciais é benéfico para o Brasil.
  • Um possível acordo poderia trazer maquinários chineses avançados para o Brasil, mas é necessário equilibrar a abertura do mercado com a proteção da produção local.
  • Tratados significativos como o Mercosul-UE demoram a serem aceitos devido aos interesses diversos dos países envolvidos.

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Os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuam a alterar o cenário econômico mundial. A possibilidade de uma aliança entre a China e o Mercosul já não é mais improvável. Membros como o Brasil, Uruguai e Paraguai já demonstram serem simpáticos à parceria, ainda assim, países com líderes mais próximos de Trump, como a Argentina, apresentam resistência.

Já a economista e professora da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Carla Beni, avalia que “quanto mais parceiros tivermos, melhor”. Ainda mais ao levar-se em consideração a forte aliança entre o Brasil e a China, que ocupa o primeiro lugar mundial de importação de soja brasileira.


Grande parte da produção de soja brasileira é comprada pela China Reprodução/ Record News

“É importante abrir o mercado, e o Brasil tem feito isso nos últimos anos. A ideia de negociar em bloco [...], no bloco você toma força”, analisa a profissional durante Conexão Record News desta segunda (16). Ela também mencionou que embora a Argentina demonstre resistências quanto a um possível acordo, o país possui o gigante asiático como um dos principais compradores do setor agropecuário.

Embora esteja otimista quanto a possibilidade de um pacto e enxergue os benefícios que tal medida traria — como a vinda de maquinários chineses avançados para o Brasil — Carla reconhece que, assim como todos os acordos, há uma via de mão dupla.


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“Não podemos abrir o completamente o mercado em detrimento da nossa produção local. Então, isso precisa ser muito equilibrado”. Ela cita que é por este exato motivo que tratados grandes como este ou do Mercosul-UE demoram tanto para serem aceitos. No fim das contas, todos querem um pedaço da torta.

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