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Receita do Facebook cresce 60% no terceiro trimestre

A empresa informou que o número de usuários ativos aumentou 18%, para 1,19 bilhão

Economia|Do R7

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Os números do Facebook foram impulsionados pelo crescimento do segmento de publicidade em dispositivos móveis
Os números do Facebook foram impulsionados pelo crescimento do segmento de publicidade em dispositivos móveis

O Facebook teve lucro líquido de US$ 425 milhões (US$ 0,17 por ação) no terceiro trimestre deste ano, depois do prejuízo de US$ 59 milhões (US$ 0,02 por ação) registrado no mesmo período do ano passado.

Excluindo itens especiais, o lucro foi de US$ 0,25 por ação, acima de US$ 0,12 por ação um ano antes. A receita cresceu 60%, para US$ 2,02 bilhões.


Os resultados superaram as estimativas dos analistas ouvidos pela Thomson Reuters, que previam lucro por ação de US$ 0,19 e receita de US$ 1,91 bilhão.

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O Facebook informou que o número de usuários ativos aumentou 18%, para 1,19 bilhão. Esse total significa que cerca de 16% das pessoas do planeta acessam regularmente a rede social, que ampliou sua liderança isolada na categoria.

Os números foram impulsionados pelo crescimento robusto do segmento de publicidade em dispositivos móveis, informou a companhia.


A receita com os negócios de publicidade móvel, que quase não existiam há um ano, agora representa 49% dos negócios de publicidade totais da empresa, o equivalente a cerca de US$ 880 milhões e um crescimento de 41% em relação ao segundo trimestre deste ano.

A receita total com publicidade cresceu 66% na comparação anual, para US$ 1,8 bilhão. A publicidade móvel é crucial para o Facebook, pois seus usuários cada vez mais acessam o site por meio de smartphones e tablets. Os usuários móveis da rede social aumentaram 45%, para 874 milhões.


De olho no mouse

O Facebook vai começar a coletar dados sobre como cada usuário movimenta o mouse na tela, segundo o chefe do setor de análises da rede social, Ken Rudin, disse ao "The Wall Street Journal".

Segundo Rudin, saber como cada pessoa mexe o mouse (ou o dedo, no caso de um aparelho 'touch') e clica no que aparece na tela vai aumentar - e muito — a base de informações sobre comportamento na rede.

A proposta está em fase de testes e em alguns meses deve entrar em operação, disse o executivo.

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