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Restituição do IR traz ‘efeito multiplicador positivo’, mas economista faz alerta

‘Nada de fazer outra dívida quando se tem uma em atraso’, diz especialista; Receita Federal começa a pagar o segundo lote nesta terça (30)

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Receita Federal iniciou o pagamento do segundo lote do Imposto de Renda, totalizando R$ 16 bilhões injetados na economia.
  • O economista Fernando Agra destaca que essa injeção de recursos aumenta a liquidez no sistema econômico, impulsionando o consumo e o crescimento do PIB.
  • Agra aconselha que, em caso de dívida, é melhor antecipar o pagamento para obter descontos e evitar novas dívidas.
  • Para aqueles em situação financeira organizada, a recomendação é dividir o dinheiro entre consumo e poupança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Receita Federal começou a pagar o segundo lote do Imposto de Renda nesta terça-feira (30). É o maior da história, com mais de 9,5 milhões de contribuintes. O crédito bancário está sendo feito ao longo do dia. São R$ 16 bilhões injetados na economia.

Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Fernando Agra aponta que essa injeção representa um aumento de liquidez no sistema, ou seja, mais dinheiro na economia.

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“Mais dinheiro na economia pode ser canalizado nas diversas formas. Em geral, as pessoas utilizam muito para consumir. É importante, porque se consome mais, vende mais, a indústria produz mais. Então, o fôlego à economia contribui para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). E um PIB maior gera mais emprego, mais renda. O próprio governo arrecada mais. Tem todo um efeito multiplicador positivo”, afirma.

Porém, o economista alerta que, em caso de dívida, mesmo que não esteja em atraso, talvez valha a pena antecipar, conseguir algum desconto e ficar livre da dívida. Agora, para ele, quem está em uma situação organizada pode utilizar parte do dinheiro para consumo e parte para poupar.

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“E se está numa situação de inadimplência, ou seja, passou o vencimento, a pessoa não pagou, essa sim, eu aconselho a quitar ou pelo menos amortizar. Buscar uma renegociação com o credor, pedir algum desconto. Nada para o consumo de fazer outra dívida quando se tem uma dívida em atraso”, completa Agra.

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