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Rússia não prevê crescimento de venda de cerveja devido à Copa

Vendas de bebida caíram 30% na última década devido a aumentos das impostos e regras mais rigorosas de venda e para propaganda

Economia|Do R7

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Funcionária confere rótulo em cervejaria de Samara, na Rússia
Funcionária confere rótulo em cervejaria de Samara, na Rússia

Por Maria Kiselyova e Martinne Geller

MOSCOU/LONDRES (Reuters) - As fábricas de cerveja da Rússia não preveem um aumento na venda de bebida durante a Copa do Mundo, mesmo levando em conta os milhares de torcedores que virão ao país.


As vendas locais de cerveja diminuíram mais de 30 por cento ao longo da última década devido a aumentos das tarifas e regras de venda e propaganda mais rigorosas, e as cervejarias não esperam uma grande reversão dessa tendência neste ano.

Nem as concessões recentes do governo para o Mundial, como um relaxamento das normas para permitir a venda da bebida nos estádios e zonas de torcedores, além de uma decisão não relacionada de manter as tarifas como estão, melhoraram as previsões.


Se alguma das fabricantes será beneficiada por um aumento na demanda por cerveja na Copa do Mundo, que começa em Moscou no dia 14 de junho com uma partida entre os anfitriões e a Arábia Saudita, é a Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo.

O patrocínio da AB Inbev ao evento dá ao grupo, que tem marcas que vão de Budweiser, Stella Artois e Hoegaarden às locais Sibirskaya Korona e Klinskoye, direitos exclusivos para divulgar e vender sua bebidas dentro e nas proximidades das arenas.


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