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Sindicatos da Latam Airlines de 7 países declaram apoio a greve no Chile

Economia|Do R7

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Santiago do Chile, 14 abr (EFE).- Dirigentes sindicais da Latam Airlines de Brasil, Peru, Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Chile se manifestaram nesta terça-feira no centro de Santiago em apoio aos 900 trabalhadores chilenos da companhia aérea em greve, que após cinco dias não chegaram a um acordo com a empresa. Mais de 75 dirigentes dos sete países se somaram aos cerca de 500 trabalhadores da Lan no Chile que foram ao Palácio de La Moneda entregar uma carta à presidente, Michelle Bachelet, que denuncia os conflitos da companhia aérea com os trabalhadores. Lan, sócia da brasileira Tam na Latam Airlines, garantiu que esta paralisação, que começou na quinta-feira passada, afeta 5% do total dos trabalhadores do país e que a greve só inclui funcionários das áreas de manutenção e carga. "Dizem que somos apenas 5%, mas esta porcentagem é determinante para as operações porque há gente em greve que realiza a manutenção dos aviões, que é do escritório e da recepção. É um tema muito complexo em nível operacional", disse à Agência Efe Luis Chávez, presidente do sindicato dos trabalhadores da área de manutenção e de carga da filial Lan Express. Segundo os trabalhadores, a última oferta salarial entregue pela Lan esta segunda-feira "só incluía 80% dos funcionários que estão em greve e o aumento no salário era de 4%", muito abaixo dos 8% exigidos pelos trabalhadores. "Há certos trabalhadores, por exemplo, que não são considerados no aumento e que têm salário de 230 mil pesos (cerca de US$ 370). Consideramos ser necessário que a empresa faça o reajuste e não deixe de fora os trabalhadores com maior necessidade", afirmou Chávez. Os funcionários da companhia aérea pedem à Lan um reajuste que varia entre 2,5% e 8%, além de melhoras nos incentivos para as jornadas noturnas.EFE cv/cd

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