Cientistas inspiram meninas a conhecer o universo da pesquisa

Lives no Instagram aproximam as crianças e as adolescentes da ciência. 'Encontro com Cientistas ' ocorre todas as segundas e sextas às 18h

Mulheres cientistas inspiram meninas a descobrir a pesquisa

Mulheres cientistas inspiram meninas a descobrir a pesquisa

Pixabay

Lugar de mulher é fazendo pesquisa. Para algumas meninas, pode parecer um sonho distante, mas não é. Com o objetivo de aproximar as garotas da ciência, três jovens cientistas criaram as lives Encontro com Cientistas, no Instagram, todas as sextas-feiras e segundas-feiras às 18h.

As estudantes da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) no campi de Sorocaba, Thaís Pansani, aluna de doutorado, e duas alunas de graduação, Jéssica Yuli (Física) e Maria José (Biologia) criaram um projeto de divulgação científica independente.

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"Para as lives, nós convidando mulheres cientistas, já participaram arqueóloga, paleontóloga, engenheria química, bióloga, psicóloga e já temos nomes confirmados até setembro", explica Thaís. 

Live no Instagram

Live no Instagram

Reprodução/Instagram

Nas lives, as cientistas compartilham com as meninas, mas também com quem aparecer e tiver interesse em acompanhar, como surgiu o desejo de ser cientista e como é trabalhar na área. "As mulheres compartilhando suas experiências, rotina de trabalho e como é viver da ciência no Brasil", diz Thaís.

As pesquisadores se tornam referências para as meninas que sonham em atuar em um laboratório. Elas também respondem perguntas das meninas que podem interagir nos comentários.

"Em outubro, vamos fazer um especial de lives entre mulheres e meninas, em que elas vão poder conversar com as próprias cientistas", explica. "Convidamos uma menina de 9 anos que quer ser engenheira aerospacial e combinamos com uma cientista que trabalha nessa área para conversar diretamente, tirar todas as dúvidas e, ainda, incentivar outras meninas que estejam assistindo a live."

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Os temas das lives são diversos dentro da pesquisa científica e rompe as barreiras entre exatas, biológicas e humanas.

"Queremos atrair o maior número de meninas possível, principalmente aquelas que moram longe de grandes cidades e não tem chance de conhecer uma cientista ou uma Universidade", conclui.

Reprodução/Instagram