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Das mesas ao Itamaraty: conheça a história do garçom que estudou por dez anos até se tornar diplomata

Douglas conciliava a rotina da profissão com os estudos para o concurso mais difícil do país

Educação|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Douglas Almeida, garçom por dez anos, se dedicou aos estudos para o difícil concurso de diplomata.
  • Ele conciliava trabalho com a rotina de estudos, enfrentando cinco provas até sua aprovação.
  • Durante sua preparação, contou com apoio de familiares e professores, além de obter bolsas de estudos.
  • Celebrando a conquista, ele destaca a importância da educação e perseverança em sua jornada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O concurso para diplomata é considerado um dos mais difíceis do Brasil e conta com diversas etapas, com conhecimentos de diversas áreas e línguas. Conciliar a rotina de estudos para a prova não é nada fácil, porém o goiano Douglas Almeida, durante dez anos, administrou o emprego de garçom com as noites de estudos.

A prova do Instituto Rio Branco conta com uma concorrência alta pelas poucas vagas e candidatos estudando em média cinco anos para passar. Alguns dos conhecimentos exigidos são direito, geografia, política internacional, história e economia. A prova considerada mais difícil e complexa é a de português, além da necessidade do candidato precisar ser fluente em outros dois idiomas.


Douglas estudava quando podia, nos intervalos do trabalho, de madrugada e nos dias de folga Reprodução/Record News

Morador de Luziânia, no interior de Goiás, Douglas estudava quando podia, nos intervalos do trabalho, de madrugada e nos dias de folga e, até alcançar a sonhada aprovação, o homem de 31 anos fez a prova cinco vezes. Em sua formação ele pôde estudar por meio de cursos de idiomas em escolas populares, além de conseguir uma bolsa para o curso de relações internacionais em uma universidade de Brasília.

O goiano ainda foi aprovado em primeiro lugar no curso de mestrado na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, concluído em 2021. Porém, ele não enfrentou essa jornada sozinho, contando com o apoio de familiares e do professor Fábio Albergaria, orientador de Douglas no mestrado, e um dos principais motivadores para o rapaz correr atrás do sonho.


“Por meio da educação eu descobri que havia outros horizontes. Educação sempre e perseverança também”, celebra o novo diplomata.

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