Governo de SP vai aumentar em quase 40% verba destinada à alimentação escolar
Alunos do ensino regular passarão a ter R$ 2,10 de alimentação por dia, e matriculados no ensino integral, R$ 6,93
Educação|Do R7

A Seduc-SP (Secretaria de Educação de São Paulo) vai aumentar, a partir de 2024, a verba para providenciar alimentos aos alunos matriculados em 493 escolas municipais da rede pública. As escolas estaduais recebem as refeições por meio de um convênio com as prefeituras, que são responsáveis pela compra, preparo e distribuição da comida e da contratação dos profissionais merendeiros.
“O planejamento para a alimentação escolar de 2024 leva em consideração as regras da equipe de nutrição da Secretaria da Educação, que preveem a oferta de alimentação que atenda a 20% das necessidades nutricionais diárias dos estudantes do ensino regular, enquanto no integral é preciso garantir 70% das necessidades nutricionais”, afirmou Neiva.
Com a mudança, o repasse diário aos municípios será de R$ 1,60 por cada aluno que recebe uma refeição por dia. Para os alunos do ensino integral, que recebem três alimentações por dia (dois lanches e uma refeição), o repasse será de R$ 5,50 por estudante — um aumento de quase 40% em comparação ao valor atual, de R$ 3,93.
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O repasse total é uma soma dos valores repassados por meio de convênios feitos com transferência direta às cidades do governo, por meio do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar). Com esse programa, também são repassados R$ 0,50 para cada aluno do período parcial e R$ 1,37 para alunos do tempo integral.
Ao todo, aos estudantes do ensino regular serão repassados R$ 2,10 por dia, enquanto o valor do repasse para os matriculados no ensino integral será de R$ 6,87 por dia.
Clarice Lispector (1920-1977) De origem ucraniana, Chaya Pinkhasivna Lispector emigrou para o Brasil em 1922 com seus familiares em razão da perseguição sofrida pelos judeus ucranianos em sua terra natal. A romancista e contista apresenta em sua obra t...
Clarice Lispector (1920-1977) De origem ucraniana, Chaya Pinkhasivna Lispector emigrou para o Brasil em 1922 com seus familiares em razão da perseguição sofrida pelos judeus ucranianos em sua terra natal. A romancista e contista apresenta em sua obra traços bastante específicos, como a ruptura com a narrativa factual, e o uso intenso de fluxo de consciência e de metáforas, como sublinhou o crítico literário Alfredo Bosi LEIA MAIS: Fuvest: nova lista de livros obrigatórios terá só autoras pela primeira vez na história





















