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Justiça mantém na cadeia quatro presos por fraude na merenda

Investigação aponta que mais de R$ 2 mi teriam sido pagos para funcionários públicos e políticos

Educação|Do R7

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Operação investiga fraude na merenda escolar no interior de SP
Operação investiga fraude na merenda escolar no interior de SP

Das sete pessoas que foram presas na segunda fase da Operação Alba Branca, na semana passada, quatro tiveram a prisão prorrogada por mais cinco dias. Já os outros três foram libertados, sendo que dois deles fizeram acordo de delação premiada.

A operação investiga casos de fraude na merenda escolar no interior de São Paulo. Continuarão presos o presidente da Uvesp (União dos Vereadores do Estado de São Paulo), Sebastião Misiara e os sobrinhos dele Emerson Girardi e Aluísio Girardi Cardoso. Também permanecerá na cadeia o empresário Joaquim Geraldo Pereira da Silva.


Marcel Julio, filho do ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Leonel Julio, que se apresentou à polícia, foi mandado de Bebedouro (SP), sede das investigações, para a capital paulista. Já seu pai deixou a cadeia na última sexta-feira (1º). Ele ainda não assinou a deleção premiada, mas Luis Carlos da Silva Santos e Carlos Eduardo da Silva, fizeram acordo e também foram libertados.

Os advogados dos envolvidos que seguem presos ou não comentaram a decisão ou reclamaram, caso da defesa do presidente da Uvesp, Sebastião Misiara, para o qual não haveria motivo para prorrogar a prisão, porque o cliente prestará depoimento nesta semana e promete colaborar com as investigações.


Histórico

A investigação apura irregularidades em contratos firmados nos últimos dois anos entre mais de 20 prefeituras e a Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar), de Bebedouro (SP). Mais de R$ 2 milhões teriam sido pagos em propinas para funcionários públicos e políticos paulistas.

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