Logo R7.com
RecordPlus
Educação
‌

Reorganização escolar de SP será discutida em 15 reuniões

Anúncio de fechamento de escolas gerou protestos e ocupações de unidades em 2015

Educação|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Após protestos, governo voltou atrás e adiou reorganização
Após protestos, governo voltou atrás e adiou reorganização

A reorganização das escolas estaduais de São Paulo será rediscutida em 15 encontros regionais com estudantes no Estado. Serão feitas audiências públicas em diferentes cidades, em colégios e diretorias de ensino, para recolher a opinião dos alunos sobre a nova configuração da rede estadual. A medida original, que previa o fechamento de 94 colégios e a transferência de 311 mil alunos, foi suspensa pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em dezembro, após uma série de protestos e a ocupação de 196 escolas por alunos.

A nova estratégia da Secretaria Estadual da Educação tenta atender a uma demanda dos estudantes, que reclamaram da falta de diálogo durante a implementação da medida — argumento também usado pelo Ministério Público Estadual e pela Defensoria Pública na ação que barrou a reorganização na Justiça. A proposta, feita pelo então secretário da Educação Herman Voorwald, que deixou a pasta em dezembro, tinha como objetivo separar as unidades em ciclos únicos (anos iniciais, anos finais e ensino médio).

‌

Os encontros, batizados de "A Escola que Queremos", terão início no dia 10, em Bauru, no interior do Estado. Também estão previstas visitas às escolas que foram ocupadas no ano passado, mas a secretaria não confirmou quantas. A pasta tem dito que a ideia é discutir "caso a caso".

Após Unicamp, Educação da USP repudia reforma escolar

‌

Justiça

A secretaria explicou ao Estado a iniciativa após questionamento do Tribunal de Justiça de São Paulo que, por decisão da juíza Carmen Cristina Fernandez Teijeiro e Oliveira, da 5ª Vara da Fazenda Pública, determinou que a pasta "se manifestasse quanto à eventual manutenção do propósito de implementar o projeto de reorganização escolar".

‌

A explicação foi causada por uma ordem estabelecida na ação de autoria do Ministério Público e da Defensoria, que teve início no ano passado. Nesse processo, a Apeoesp, maior sindicato de professores, apontou que o Estado estaria fechando 1.300 classes, informação não confirmada pela pasta.

Experimente: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.