Logo R7.com
RecordPlus
Eleições 2014

Após debate, Aécio e Dilma prometem ampliar comércio com África e China, se eleitos

Presidente descarta ‘2015 difícil’, e tucano quer 'prestigiar profissionais de carreira' nas estatais

Eleições 2014|PH Rosa, do R7, no Rio de Janeiro

  • Google News
Aécio e Dilma prometeram incrementar comércio internacional
Aécio e Dilma prometeram incrementar comércio internacional

Após o último debate do segundo turno entre os candidatos à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) falaram com jornalistas sobre propostas para relações internacionais com países da África e com a China. A postulante do PT destacou a importância da relação com Angola e com outros países africanos de língua portuguesa.

— O Brasil tem uma relação histórica com a África. Nós somos um País que a nossa população se reconhece como negra. Para nós é importante a relação econômica, social e cultural com a Angola. Se eu for eleita, manterei as relações que já temos e pretendo expandi-las.


Leia mais notícias de Eleições 2014

A presidente alegou que Brasil e Angola têm “muitos interesses em comum, em infraestrutura, que o Brasil ajuda o investimento angolano com empresas brasileiras, na área de minérios”.


— Acredito que temos muitas parcerias para desenvolver. Também na área social, que o Brasil tem feito vários acordos para transferir a tecnologia do Bolsa Família e de outros programas para Angola.

O tucano Aécio Neves disse que, se eleito presidente da República, vai incrementar as relações comerciais com os chineses, a quem classificou como um “país estratégico”.


— A China agora é o maior parceiro comercial do Brasil, e é muito importante que essa relação seja qualificada. A China terá um tratamento prioritário, até porque já é do ponto de vista econômico e social, já é um país estratégico.

Aécio também prometeu, se eleito, tomar providências imediatas na Petrobras, que é alvo de escândalos de desvios de dinheiro para partidos políticos. O tucano disse que a "remoção da diretoria da Petrobras será imediata".


— No meu governo, vamos prestigiar profissionais de carreira. Isso serve para os bancos públicos e outras empresas nacionais.

2015 difícil

Dilma disse não acreditar que 2015 seja um ano difícil para o País. Pelo contrário, afirmou acreditar que “o Brasil tenha todas as condições para ter nos próximos meses uma situação mais favorável do que tivemos ao longo deste ano”.

— Até porque houve um comprometimento de expectativas que derivam do ano eleitoral e de um certo pessimismo que foi sistematicamente difundido. Esse pessimismo se expressou até durante a Copa do Mundo, quando se dizia que não ia ter Copa. Nós temos tido indicadores muito interessantes nos últimos meses e acredito que vamos ter uma retomada, moderada, mas uma retomada.

Quanto à economia, Aécio voltou a dizer que "a questão da inflação será uma obsessão no nosso governo". 

— Até o final do primeiro mandato, se vencer as eleições, pretendo levá-la ao centro da meta e depois reduzir as bandas e chegar a algo em torno de 3%.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.