Dilma rebate críticas de que medidas para ajudar indústria são eleitoreiras
Governo anunciou pacote para ampliar crédito e facilitar renegociação de dívidas
Eleições 2014|Kamilla Dourado, do R7, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff rebateu nesta quarta-feira (18) críticas de que pacote para estimular a indústria é uma medida eleitoreira.
Questionada por jornalistas, Dilma disse que o governo está agindo dentro da lei.
— Se for assim, tudo é eleitoral nesse País, não é? A lei é clara, não se toma certas medidas após um determinado prazo. Nós estamos perfeitamente no uso da legalidade neste País.
Segundo Dilma, o País não pode parar por causa das eleições.
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— E outra coisa, é impossível o País parar porque um ou outro acham que a medida tem essa ou aquela função ou destino. Nós temos de discutir o seguinte: isso é necessário ou não é necessário para as empresas? É ou não é necessário para a indústria? É cabível ou não é cabível? Essa é a pergunta correta.
A presidente participou da reunião com empresários que definiram novas medidas. O anúncio atende a reivindicações antigas do setor e reclamações do empresariado.
O pacote contempla três áreas: tributos, crédito e regulação. Entre as medidas, o anúncio da volta do mecanismo de estímulo aos exportadores, o Reintegra, e o novo Refis, para financiamento de débitos.




