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Eleições 2018

Temer: eleições têm tranquilidade e inauguram 'pacificação'

Presidente também reconheceu que, nas redes sociais, 'se alardeiam muitas falsidades'. Ele vai acompanhar os resultados no Palácio da Alvorada

Eleições 2018|Agência Brasil

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Temer dá entrevista após votar no primeiro turno no Colégio Santa Cruz, em São Paulo
Temer dá entrevista após votar no primeiro turno no Colégio Santa Cruz, em São Paulo

O presidente da República, Michel Temer, disse neste domingo (7), em Brasília, que a “tranquilidade” com que as eleições estão transcorrendo em todo o país pode “inaugurar uma pacificação” nacional.

“Acho que, hoje, estamos dando um exemplo daquilo que poucos imaginavam que poderia acontecer. Ou seja, o dia do pleito é o dia inaugural de uma pacificação, de uma harmonia extraordinária no país”, disse Temer ao visitar o CICCN (Centro Integrado de Comando e Controle Nacional), onde as ações de segurança pública de vários órgãos públicos são monitoradas, como parte da Operação Eleições 2018.


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Segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Segurança Pública, entre o último dia 4, quando a chamada Operação Eleições 2018 começou, e as 17 horas de hoje, foram registradas 1.848 ocorrências e 500 prisões. A maioria por boca de urna; compra de votos; propaganda e transporte irregular de eleitores.

Para o presidente, o clima, nas ruas, é de tranquilidade. No entanto, ele reconheceu que, nas redes sociais, “se alardeiam muitas falsidades”.


Perguntado sobre o desempenho do candidato de seu partido, Temer disse que Henrique Meirelles (PMDB) fez “um papel muito bonito, muito interessante”. Para o presidente, “o fato de [um candidato] ter ou não ter votos é assim mesmo”. “Winston Churchill ganhou a 2ª Guerra e não ganhou a eleição”, acrescentou o presidente, evitando antecipar resultados.

“Vou esperar até após as 19 horas. Estarei no Alvorada e convidei [alguns membros da equipe de governo e apoiadores] para, se quiserem, ir até lá e avaliarmos e discutirmos o resultado. Acho que, mais que nunca, vale a pena discutir o Brasil de hoje”.

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