Eleições 2020 Macapá: Alcolumbre vota e fala em 'tranquilidade' no processo eleitoral

Macapá: Alcolumbre vota e fala em 'tranquilidade' no processo eleitoral

Eleições na capital do Amapá acontecem neste domingo (6), após serem adiadas em razão da crise de energia que atingiu o Estado em novembro

Agência Estado
Josiel Alcolumbre vota em Macapá

Josiel Alcolumbre vota em Macapá

ERICH MACIAS RODRIGUES/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), votou mais cedo neste domingo (6), em Macapá. Seu irmão, Josiel Alcolumbre (DEM), é candidato à prefeitura da cidade e aparece na liderança das pesquisas de intenção de votos.

As eleições foram adiadas em razão da crise de energia que atingiu o Estado em novembro, com um apagão que deixou o Estado no escuro por quase quatro dias, seguido por um período de 20 dias de racionamento até que o fornecimento fosse normalizado.

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"O que nós vemos hoje, em todos os locais de votação, é a liberdade, com muita tranquilidade. Essa liberdade de exercer o voto, com seriedade, transparência, é o que a gente espera", disse Alcolumbre, em nota enviada pela sua assessoria de imprensa.

A decisão de adiar as eleições no Amapá foi tomada pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso. O acerto se deu após uma conversa reservada com o Davi Alcolumbre, como revelou o Estadão.

"A democracia brasileira, forte e destemida, se consolida hoje. Como cidadão macapaense, exerço meu direito de voto. Mas, ao mesmo tempo como senador e presidente do senado, exalto a participação de todos no processo. A democracia é o pilar mais importante da sociedade", diz ainda Alcolumbre na nota.

A última pesquisa Ibope, divulgada na sexta-feira, 4, apontou Josiel Alcolumbre na liderança, com 28% das intenções de voto. Na sequência, aparece Dr. Furlan, do Cidadania, com 14%. Ele está empatado tecnicamente com Patrícia Ferraz, do Podemos, e Capi, do PSB, que já votaram neste domingo. Cirilo Fernandes (PRTB) teve 10% das intenções de voto, Guarany (PSL), 9%, e Paulo Lemos (PSOL), 7%.

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