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Após denúncia da RECORD, servidor que diz ter se reunido com Raquel Lyra para ‘desidratar’ concorrente é exonerado

Amisadai Andrade de Silva coordenava rede de perfis que publicava conteúdo falso e difamatório contra João Campos

2026|Lumi Zunica, Marcio Neves e Ana Albini, do Núcleo Investigativo da TV RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Amisadai Andrade de Silva, superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, foi exonerado após denúncias de divulgação de notícias falsas.
  • Ele coordenava uma rede de perfis que publicava conteúdo difamatório contra o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos.
  • Amisadai foi gravado confessando encontros com a governadora Raquel Lyra e alegou ter influenciado na queda de popularidade de João Campos.
  • A empresa de Amisadai recebeu mais de R$ 600 mil em contratos de publicidade com o Governo do Estado, e o caso foi denunciado à Polícia Federal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Amisadai Andrade de Silva,
Amisadai Andrade de Silva foi exonerado de cargo na Arena de Pernambuco Reprodução/Arquivo pessoal

O superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, Amisadai Andrade de Silva, foi exonerado pelo Governo de Pernambuco após reportagem da RECORD que mostrou um esquema organizado de divulgação de notícias falsas na internet, destinadas a difamar o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB).

Segundo a reportagem, Amisadai coordenava uma rede de perfis que publicava conteúdo falso e difamatório como parte de uma campanha de apoio à candidatura da atual governadora, Raquel Lyra (PSD).


A RECORD mostrou um vídeo em que Amisadai disse ter se encontrado com a governadora e frequentado o Palácio do Governo após ser visto como um canal para “desidratar” o então candidato à Prefeitura do Recife, João Campos, nas eleições de 2024.

Amisadai chega a insinuar que suas publicações foram responsáveis por uma queda na popularidade de João Campos, que, segundo ele, tinha 78% e caiu para 52%.


O conteúdo difamatório era publicado por meio do Portal de Prefeitura, que pertence à empresa Portal Comunicação e Marketing Ltda., da qual Amisadai era sócio e que recebeu mais de R$ 600 mil em recursos públicos por meio de contratos de publicidade com o Governo do Estado. Ainda em 2026, foram pagos mais de R$ 180 mil pelo governo de Raquel Lyra.

A existência de um “gabinete do ódio” que promovia ataques contra João Campos foi denunciada à Polícia Federal.


Veja o vídeo em que Amisadai é gravado em um restaurante confessando os ataques.

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