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Motta nega pedido de proteção policial a Gaspar, vice na chapa de Flávio

Câmara baseou a negativa em parecer técnico da Polícia Legislativa; deputado diz que não vai recorrer

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, negou o pedido de proteção pessoal de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro.
  • Gaspar solicitou segurança devido ao aumento da exposição pública durante a campanha, mas o pedido foi rejeitado com base em parecer técnico da Polícia Legislativa.
  • A legislação garante segurança apenas aos candidatos à Presidência, não incluindo vices, e Gaspar decidiu não recorrer da decisão.
  • Flávio Bolsonaro optou por manter a equipe de segurança do Senado, dispensando os serviços da Polícia Federal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta negou pedido de proteção ao Alfredo Gaspar durante campanha Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), negou o pedido de proteção pessoal feito pelo deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) à Polícia Legislativa Federal da Casa. Gaspar é candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL).

Gaspar solicitou à Câmara uma equipe de segurança para acompanhá-lo durante a campanha eleitoral, alegando aumento da exposição pública e dos riscos inerentes à disputa presidencial. Em ofício encaminhado à Presidência da Casa, o parlamentar argumentou que a medida garantiria sua integridade física e o pleno exercício das atividades políticas durante o período eleitoral.


A solicitação destacava a trajetória de Gaspar na área de segurança pública. Antes de ingressar na política, ele atuou no Ministério Público de Alagoas e foi secretário estadual de Segurança Pública.

Apesar dos argumentos apresentados, o pedido foi rejeitado pela Presidência da Câmara. No despacho de indeferimento, formalizado e autenticado pela Casa, Motta cita como base a manifestação técnica do Departamento de Polícia Legislativa Federal (Depol) e as previsões do Ato da Mesa nº 213/2025. O documento não detalha, porém, os critérios técnicos usados pelo Depol para considerar a proteção desnecessária.


A legislação garante segurança aos candidatos à Presidência da República, e a Polícia Federal montou um esquema para acompanhar os presidenciáveis durante a corrida eleitoral. O esquema, no entanto, não inclui candidatos a vice-presidente. Para ter acesso a ele, os candidatos devem solicitar o serviço formalmente.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, optou por manter a equipe da Polícia Legislativa do Senado que já o acompanha em seu mandato de senador, dispensando os serviços oferecidos pela Polícia Federal.


Em nota, Alfredo Gaspar afirmou que não pretende recorrer da decisão. “Não vou recorrer da decisão do presidente da Câmara. Agora vou confiar na avaliação do Hugo Motta de que não corro nenhum risco”, declarou.

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