Na disputa ao Senado, Tebet defende implantar mandato de 12 anos para ministros do STF
Em entrevista nesta quarta (12), candidata afirmou também que está aberta a discutir redução da maioridade penal
2026|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A candidata ao Senado Federal por São Paulo Simone Tebet (PSB) defendeu, nesta quarta-feira (12), a implementação de um mandato fixo para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo Tebet, ela já votou, quando era senadora pelo Mato Grosso do Sul, em um projeto que definia o tempo de 12 anos como limite para a permanência dos magistrados na Suprema Corte.
“Doze anos é um tempo suficiente para que ele possa amadurecer e apresentar bons relatórios. Eu já mexi nesse vespeiro porque ninguém está acima da lei”, disse a candidata em entrevista ao MyNews VIP FM. Ela defendeu ainda o estabelecimento de idade mínima para as indicações ao STF.
A ex-ministra do Planejamento e Orçamento ainda afirmou que será necessária uma reforma nos três poderes do Brasil — Executivo, Legislativo e Judiciário.
Veja Também
“A mãe de todas as reformas terá que ser a reforma política”, afirmou. “Sem passar pano para os equívocos que o Judiciário está cometendo”, completou, dizendo que o Judiciário precisará fazer a autocrítica e uma autocontenção, mas não será suficiente.
No entanto, Tebet disse que não pode haver condenação de ministros por decisões que deram “dentro dos autos”, por exemplo, no tempo de uma pena. “Eu não sou juíza, então não posso achar que a minha vontade ou a minha opinião valem mais que a do juiz”, disse.
Redução da maioridade penal
Durante a entrevista, Simone Tebet ainda disse estar aberta a discutir a redução da maioridade penal para 16 anos. Para idades inferiores, como 12 e 14 anos, ela foi taxativamente contra. A candidata enfatizou que aceita o debate “dentro de regras” e que estabeleça certos tipos de crimes que serão aplicados aos mais jovens.
“Não temos problema nenhum em discutir a redução da maioridade penal. Em uma democracia, nada é proibido”, defendeu. “Ela não pode vir para qualquer tipo de crime e não pode vir só para os mais pobres”, completou.
🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa
🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲















