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Primeiro compromisso de Flávio é revisitar reforma tributária, diz Alfredo Gaspar

Deputado federal voltou a afirmar que novo governo do PL será marcado por corte em gastos públicos

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alfredo Gaspar afirmou que o primeiro compromisso de Flávio Bolsonaro, caso eleito, será revisitar a reforma tributária aprovada em 2023.
  • Flávio Bolsonaro votou contra a reforma tributária devido à ausência de um plano para o setor de comércio e serviços.
  • O novo governo do PL pretende cortar gastos públicos desnecessários e prestigiar o setor de serviços, responsável por 70% do PIB.
  • Flávio Bolsonaro não compareceu ao evento devido a compromissos em Minas Gerais, mas outros candidatos foram convidados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alfredo Gaspar voltou a afirmar que novo governo do PL vai investir em cortes públicos Geraldo Magela/Agência Senado

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente da República na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), disse nesta terça-feira (18) que o primeiro compromisso de Flávio, caso seja eleito, será “revisitar” a reforma tributária aprovada em 2023.

“O presidente Flávio Bolsonaro votou contra a reforma tributária pensando, entre outros pontos, na ausência de um plano de presente e futuro para o setor de comércio e serviços. Primeiro compromisso da agenda presidencial é revisitar a reforma tributária para nós não permitirmos esse absurdo de 28% do IVA”, declarou o parlamentar, durante o evento “Encontro com Presidenciáveis - Diálogo pelo Futuro do Brasil”, promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), em Brasília.


Gaspar voltou a reafirmar que um eventual novo governo do PL será marcado por um “tesouraço” em gastos públicos considerados desnecessários, como a quantidade de ministérios da gestão petista, e também pelo prestígio ao setor de serviços.

“O governo Flávio Bolsonaro apenas não vai atrapalhar o setor, como ele vai ajudar e impulsionar. O Brasil precisa prestigiar esse setor. 70% do PIB depende de vocês, e o governo atual não reconhece isso. Mas nós teremos a responsabilidade de estar junto e aprender com os senhores e as senhoras que colocam o País para frente”, disse o candidato a vice.


Flávio foi convidado ao evento, mas faltou sob a alegação de “agendas em Minas Gerais e o tempo de deslocamento para a capital federal”. Também foram convidados os candidatos Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Romeu Zema (Novo). Os dois últimos não compareceram.

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