Veja a trajetória de Cleitinho, candidato do Republicanos ao Governo de Minas Gerais
Senador da República desde 2023, Cleitinho começou na vida pública em 2016 e já foi vereador e deputado estadual
2026|Do R7
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Senador da República desde 2023, Cleitinho Azevedo é o candidato do Republicanos ao Governo do Estado de Minas Gerais. Após muitas indefinições, ele concorre pela primeira vez ao Palácio Tiradentes, sede do Executivo mineiro.
Nascido em Divinópolis em 1982, Cleiton Gontijo de Azevedo tem 44 anos e não possui formação superior. Quando jovem, trabalhou com o pai e os irmãos no “Varejão Azevedo”, comércio da família em sua cidade natal. É empresário e músico.
Entrou na vida pública em 2016, quando se elegeu vereador de Divinópolis pelo Cidadania como o terceiro mais votado do município. Já em 2018, ainda no mesmo partido, foi o quarto mais votado do estado na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, com mais de 115 mil votos.
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Cumpriu o mandato de deputado estadual e concorreu ao Senado Federal em 2022 pelo extinto PSC (Partido Social Cristão), sendo eleito com mais de 4,2 milhões de votos. Antes de assumir, filiou-se ao Republicanos.
O vice na chapa de Cleitinho é Luís Eduardo Falcão (Republicanos), empresário de 42 anos, ex-prefeito de Patos de Minas entre 2021 e abril de 2026.
Indefinição
Apesar de aparecer muito à frente dos concorrentes nas pesquisas eleitorais, a candidatura de Cleitinho demorou a ser confirmada pelo partido.
Em 3 de agosto, o senador chegou a publicar um vídeo nas redes sociais anunciando que não disputaria o Governo de Minas e citou dificuldades emocionais após a morte do irmão mais novo.
Menos de 24 horas depois, porém, Cleitinho pediu ao partido uma nova oportunidade para disputar o Palácio Tiradentes. O pedido, no entanto, foi rejeitado pelo presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira.
Ele afirmou que Cleitinho sempre contou com apoio interno e também de partidos aliados para disputar a eleição em Minas, mas nunca assumiu definitivamente a liderança do processo.
No dia 7 de agosto, o partido voltou atrás e aceitou Cleitinho como candidato após o senador reconhecer os “equívocos cometidos durante o processo” e apresentar um pedido formal de desculpas às direções nacional e estadual da legenda, à população mineira e às forças políticas envolvidas, além de assumir o “compromisso definitivo” de levar a candidatura até o fim.
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