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Água congelada, hélio-3 e mais: entenda o que está por trás das viagens à Lua

Lançamento da Artemis 2 simboliza uma nova etapa da corrida lunar entre Estados Unidos e China

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Nasa lançou a missão Artemis 2, marcando o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos.
  • As novas missões lunares refletem uma corrida espacial entre EUA e China, com foco em recursos naturais e avanços científicos.
  • A água congelada e o hélio-3 são os principais interesses; a água pode ser utilizada para consumo, oxigênio e combustível.
  • A Lua também servirá como local para instalação de equipamentos científicos, como telescópios em crateras naturais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Missão da Nasa marca o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos Divulgação\Nasa

Na última quarta-feira (1º), a Nasa lançou a missão Artemis 2 no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos. A viagem marca o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos.

O lançamento também simboliza uma nova etapa da corrida lunar entre EUA e China. Enquanto a agência espacial americana se concentra na missão em andamento, os chineses se preparam para enviar astronautas à superfície da Lua até 2030.


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As novas missões rumo à Lua vão além da exploração. O interesse dos países pelo satélite envolve recursos naturais, avanços científicos e estratégias, segundo o jornal The New York Times, que evidenciou o que está por trás das viagens.

Um dos pontos de interesse dos países é a água congelada em regiões próximas aos polos da Lua. O recurso está acumulado dentro de crateras em partes do satélite natural que não recebem luz solar direta. De acordo com o jornal, além de servir para o consumo dos astronautas em missões longas, a água pode gerar oxigênio.


Outro fator que chama atenção dos cientistas é a presença do hélio-3 na Lua. O material raro na Terra chega até o satélite por meio de partículas vindas do sol. Embora exista em pequenas quantidades, o elemento é visto como promissor, principalmente para tecnologias futuras.

As agências espaciais também pretendem usar a Lua para instalar equipamentos científicos. A ideia é aproveitar crateras naturais para colocar grandes telescópios, que usariam o formato dessas estruturas como base para captar sinais.

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