Logo R7.com
RecordPlus

Análise: tarifaço de Trump impulsiona busca por novas parcerias entre países

Com viagem de Lula à Índia e novos acordos sendo formados, especialista avalia mudanças econômicas globais

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula e ministros participam da Cúpula de Inteligência Artificial na Índia, focando em parcerias comerciais.
  • A Índia se destaca como um mercado promissor para a agropecuária brasileira, especialmente na carne de porco e frango.
  • Economista Miguel Daoud aponta mudança no modelo de comércio global, enfatizando a troca de renda entre países de diferentes níveis econômicos.
  • Teoria sugere que a dependência de parcerias com países ricos pode levar à falência do capitalismo atual.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros 11 ministros aterrizaram em Nova Déli, na Índia, nesta quarta-feira (18), para participar da Cúpula de Inteligência Artificial. Lula também deve aproveitar a viagem para ampliar parcerias comerciais com o país. Após o fim do evento, a próxima parada do presidente é a Coreia do Sul.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (18), o economista Miguel Daoud afirma que, além de ser um dos países mais populosos do mundo, a Índia é uma das maiores economias do planeta, com um mercado que possui grandes oportunidades para a agronegócio brasileiro, especialmente nos setores de carne de porco e de frango.


O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva é recepcionado pelos habitantes da Índia no hotel onde permanecerá hospedado durante a estadia.
Presidente quer aproveitar viagem para ampliar parcerias comerciais com a Índia Reprodução/Record News - 18.02.2026

“A Índia tem um mercado muito grande que casa com a nossa agricultura familiar. Então, há uma grande oportunidade. O Brasil está abrindo um escritório da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) lá, que é exatamente para tentar viabilizar produtos da agropecuária”, diz Daoud, ao salientar que o objetivo é também negociar a taxa imposta a produtos brasileiros, que está em torno de 26%.

O economista pontua que a tentativa brasileira de expandir o número de parceiros comerciais e de negociar taxações com outras nações vai ao encontro de um movimento crescente “diante de um mundo que está procurando mecanismos, uma vez que os Estados Unidos estão tentando impor tarifas e cria toda uma dificuldade”.


“Essas relações que vêm sendo feitas atualmente, em decorrência das exigências dos Estados Unidos com uma tarifa absurda, o mundo começa a perceber que o caminho do comércio internacional é importante porque ele troca a renda e essa troca de renda dá sustentação à base econômica mundial”, completa.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.