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Análise: Trump acordou a Europa para a necessidade de se rearmar

‘O Irã não é o único inimigo capaz de desordenar a ordem global, a Rússia também vai fazer isso’, diz especialista

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O economista Igor Lucena elogia a decisão dos EUA de reduzir o financiamento à Otan como uma estratégia vantajosa.
  • Ele destaca que o Irã e a Rússia são ameaças significativas à ordem global.
  • A Europa está em processo de rearmamento, com a Comissão Europeia destinando 800 bilhões de euros ao fortalecimento militar.
  • Lucena alerta que a China pode se tornar um rival no futuro, aumentando a necessidade de investimento em segurança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A tensão é global. Guerras no Oriente Médio, um conflito que já perdura por quatro anos na Ucrânia e ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a antigos aliados, como a Groenlândia. É nesta situação em que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) se encontra ao realizar os exercícios militares no Ártico, organizados bianualmente.

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Em regiões próximas à Noruega e à Finlândia, cerca de 25 mil soldados de aproximadamente 14 nações operam veículos especializados no terreno nevoso. Eles treinam a construção de bases e chamam a atenção do país vizinho, a Rússia.


Moscou observa atentamente as manobras da Organização, que o economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena afirma estar mais forte do que anteriormente. Segundo o especialista, a postura da nova administração dos EUA de parar de financiar tanto o grupo foi uma escolha estratégica.

Soldados escutam uma reunião importante.
25 mil soldados participam dos exercícios militares na neve organizados pela Otan Reprodução / Record News

No Conexão Record News desta segunda (9), ele opinou: “Acho que o presidente Trump fez um favor à Otan [...]. O Irã não é o único inimigo capaz de desordenar a ordem global. A Rússia também vai fazer isso [...] A China não é um inimigo militar, mas é um possível rival no futuro, então a União Europeia acordou com essa visão de Donald Trump”.


Segundo o especialista, a Europa passa por um período de rearmamento. Ele cita o plano de Úrsula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, que envolve direcionar mais de 800 bilhões de euros às forças militares. Lucena avalia que, com a expansão do conflito no Irã e o envolvimento de países como o Chipre, importante entreposto comercial, provou-se o valor de investimentos como este.

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