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Bulgária Progressista de Rumen Radev dispara nas eleições parlamentares, diz boca de urna

Coalizão centro-esquerda deve vencer as eleições com 39,2% dos votos, superando rival de centro-direita

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A coalizão de centro-esquerda Bulgária Progressista, liderada por Rumen Radev, deve vencer as eleições com 39,2% dos votos.
  • O partido de centro-direita GERB, de Boyko Borissov, conquistaria 15,1% dos votos, segundo pesquisas de boca de urna.
  • Radev enfrentará dificuldades para formar um governo, necessitando de parcerias devido à previsão de um parlamento fragmentado.
  • As eleições representam a oitava votação em cinco anos, em um contexto de instabilidade política e desconfiança pública na Bulgária.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Coalizão centro-esquerda é liderada pelo ex-presidente Rumen Radev Spasiyana Sergieva/Reuters - 16.04.2026

Uma pesquisa de boca de urna na Bulgária indicou neste domingo (19) que a coalizão de centro-esquerda Bulgária Progressista, liderada pelo ex-presidente Rumen Radev, será a vencedora das eleições parlamentares búlgaras.

A pesquisa, conduzida pelo grupo Trend, mostrou que a coalizão de Radev obteve 39,2% dos votos, superando o partido de centro-direita GERB, do veterano líder Boyko Borissov, que deve conquistar 15,1%.


Apesar da grande diferença entre os dois grupos, a porcentagem prevista pode não ser suficiente para Radev formar um governo de partido único, e ele enfrentará a difícil tarefa de encontrar parceiros para governar.

A pesquisa de boca de urna também previu participação eleitoral de 43,4%, e seis partidos podem ultrapassar a cláusula de barreira de 4% para entrar em um parlamento fragmentado.


Impasse político

Os búlgaros votam pela oitava vez em cinco anos, na esperança de finalmente eleger um parlamento capaz de resolver o impasse político de longa data que assola o país balcânico.

Desde 2021, a nação de 6,5 milhões de habitantes tem lutado com parlamentos fragmentados, que produziram governos frágeis. Nenhum deles conseguiu sobreviver por mais de um ano antes de ser derrubado por protestos de rua ou acordos secretos no parlamento.


A alternância constante de governos fomentou ampla desconfiança pública, apatia eleitoral e participação cada vez menor nas eleições.

Ainda assim, a votação deste domingo é significativa, pois pode levar ao poder um ex-presidente de esquerda e pró-Rússia — dias depois de os eleitores húngaros terem rejeitado as políticas autoritárias e o movimento de extrema-direita global de Viktor Orbán, que cultivou laços estreitos com o presidente russo Vladimir Putin.

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