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Caixa-preta do voo da Ethiopian sugere falha em sensor, diz jornal

A falha no voo da Ethiopian Airlines coincide com o de outro Boeing 737 MAX, da Indonesian Airlines, que caiu em outubro do ano passado

Internacional|Da EFE

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Acidente matou 157 pessoas
Acidente matou 157 pessoas

A caixa-preta do Boeing 737 MAX da Ethiopian Airlines, que caiu no último dia 10, sugere que uma falha no sensor responsável por ativar um sistema foi o que ocasionou o acidente, segundo informou na sexta-feira o jornal "The New York Times".

O jornal nova-iorquino divulgou uma informação que ainda não é oficial, mas de acordo com suas fontes, o acidente foi causado por um sensor com defeito que teria ativado um sistema automatizado de forma equivocada.

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Esse sistema, conhecido como MCAS, seria o responsável de ter impulsionado a parte frontal do avião para baixo.

A falha no voo da Ethiopian Airlines coincide com o de outro Boeing 737 MAX, da Indonesian Airlines, que caiu em outubro do ano passado, sugerindo um problema sistêmico nestas aeronaves de fabricação americana.

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As investigações dos dois acidentes, de fato, se concentraram no sistema automático (MCAS), que sob certas circunstâncias inclina para baixo o nariz do avião para evitar a paralisação, ou seja, não ter velocidade suficiente para ficar no ar.

No caso do acidente da Etiópia, as gravações da torre de controle indicam que um minuto depois da decolagem, o piloto teria relatado um problema de "controle de voo" com sua aeronave e pouco depois solicitou uma pista de pouso para retornar.

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As semelhanças do acidente com o 737 MAX 8 ocorrido na Indonésia em outubro fizeram com que reguladores nos Estados Unidos, União Europeia, China, Turquia, Austrália, México e África do Sul, entre muitos outros países, suspendessem os voos destes aviões até que as causas sejam esclarecidas.

No acidente da Ethiopian Airlines, morreram 157 pessoas e no da Indonesian Airlines, 189.

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