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Casas foram destruídas em ataque dos EUA à Venezuela; não há dados oficiais sobre mortes

Moradores de cidade próxima a Caracas relatam que acordaram com explosões; ação atingiu também os estados de Miranda e Aragua

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Operação militar dos EUA resultou em casas destruídas em Catia La Mar, Venezuela.
  • Moradores relataram explosões e danos em várias áreas, incluindo La Guaira e estados vizinhos.
  • Autoridades venezuelanas mencionaram mortes, mas sem fornecer números oficiais.
  • Moradores expressaram alívio por estarem vivos após o ataque, que causou dano significativo nas residências.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Escombros na cidade de Catia La Mar, que fica a cerca de 31 quilômetros de Caracas Gaby Oraa/Reuters - 04.01.26

Algumas casas na cidade de Catia La Mar, perto da capital da Venezuela, Caracas, foram danificadas ou destruídas na operação militar dos EUA que capturou o presidente Nicolás Maduro. A informação é de moradores da região. Ao mesmo tempo, autoridades do país informaram a morte de pessoas sem especificar dados ou números.

Jonatan Mallora, um mototaxista de 50 anos, e seu vizinho Angel Alvarez, vendedor ambulante, disseram que acordaram no sábado (3) com explosões em sua comunidade no estado de La Guaira, cerca de 31 quilômetros ao norte de Caracas.

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Autoridades venezuelanas afirmaram que os EUA atingiram áreas em La Guaira, Caracas e nos estados vizinhos de Miranda e Aragua. Também declararam que soldados, civis e grande parte da equipe de segurança de Maduro foram mortos, embora não tenham fornecido números precisos sobre mortos e feridos.

O pequeno bairro de Romulo Gallegos, onde Mallora e Alvarez moram, foi danificado no ataque dos EUA a uma academia naval próxima.

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“Foi pura sorte eles não terem matado meus filhos”, disse Mallora, em meio aos escombros de seu apartamento, onde o teto foi destruído. Ele contou que fugiu e escapou ileso acompanhado da filha de 24 anos e do filho de 22.

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Alvarez examinou os danos causados por estilhaços na parede de seu apartamento e no tanque de água — vital em um país onde o abastecimento de água não é confiável. Ele ressaltou que estava aliviado por ter um tanque reserva e que sua casa permanecia de pé, ao contrário da casa de Mallora.

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“Realmente não sabíamos o que fazer”, relatou Alvarez, lembrando-se de como correu de um lado para o outro após acordar com o barulho ensurdecedor. “Eu nunca desejaria a ninguém [a experiência de um ataque], acrescentou. “Estamos vivos por um milagre.”

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