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Ciclone Phailin deixa rastro de destruição mas perde intensidade na Índia

Internacional|Do R7

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Nova Délhi, 13 out (EFE).- Após realizar uma das maiores evacuações de sua história, a Índia respira mais aliviada neste domingo depois que a intensidade do ciclone Phailin se reduziu bastante em sua passagem pelo país, onde deixou pelo menos um morto e danos materiais. "Acho que tivemos êxito em minimizar a perda de vidas", disse Navin Patnaik, o chefe do governo de Orissa, o estado indiano mais afetado e que foi atingido por uma tempestade na noite de sábado. Embora antes da chegada do ciclone pelo menos cinco pessoas morreram em fatos relacionados com as condições meteorológicas adversar, as autoridades de Orissa não confirmaram por enquanto nenhuma morte pelos estragos do Phailin. A única vítima fatal, segundo uma fonte oficial consultada pela Agência Efe, foi registrada no estado de Andhra Pradesh, também golpeado pelo ciclone. Segundo uma fonte do governo de Orissa, M. Shivari, "a vida já está retornando à normalidade" na região, que sofrerá ainda com "intensas chuvas nas próximas horas. "Estamos realizando uma avaliação dos danos. Não há confirmação de vítimas fatais", explicou Shivari. Ao todo, 900.000 pessoas de onze distritos de Orissa foram evacuadas de zonas consideradas perigosas. A tempestade provocou em sua passagem danos em plantações, estragos em residências e infraestrutura, interrupção do abastecimento de energia em várias áreas e interrupção de trens e voos. Os danos nas plantações foram a principal marca do Phailin em Andhra Pradesh, onde as autoridades optaram em evacuar para lugares mais seguros cerca de 130.000 pessoas. "Muitos dos evacuados estão retornando ou farão isso amanhã", disse à Efe o chefe da Comissão regional de Gestão de Desastres, T. Radha. O funcionário confirmou que uma pessoa perdeu a vida ao ficar esmagada por um muro que desabou, mas disse que "não houve grandes danos" no estado, onde só um distrito foi afetado. Ao longo da semana, algumas fontes oficiais compararam a tempestade com o furacão Katrina, que em 2005 devastou os Estados Unidos, previsão que não se confirmou. O chefe do Departamento Meteorológico da Índia, L.S.Rathore, explicou hoje em entrevista coletiva em Nova Délhi que o ciclone perdeu rapidamente intensidade pouco depois de chegar ontem à noite na costa do país, na baía de Bengala. EFE igb/dk (foto)

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