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Como os japoneses estão usando um dispositivo de alarme para lidar com o calor extremo

Objeto distribuído pelo governo monitora a temperatura e conta com um botão de emergência

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Japão enfrenta ondas de calor extremas, com temperaturas recordes de até 41,8°C.
  • O governo distribui dispositivos de alarme que monitoram temperatura e têm botão de emergência para idosos.
  • Ações para evitar insolações incluem auxílio financeiro para ar-condicionado e programas de conscientização.
  • Idosos são o grupo mais vulnerável às ondas de calor, apresentando risco elevado de insolações e complicações graves.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

País tem a maior proporção de idosos do mundo, grupo vulnerável ao calor extremo Reprodução/Record News - 25.07.2025

O Japão enfrenta ondas de calor cada vez mais intensas, colocando em risco principalmente a população idosa. No mês passado, o país registrou a temperatura mais alta de todos os tempos, de 41,8°C em Gunma. Para evitar a insolação, a população aderiu a um dispositivo de alarme que mede a temperatura e a umidade do ambiente.

Recomendado especialmente para os idosos que moram sozinhos, o objeto é uma iniciativa do governo e conta com um botão capaz de acionar o serviço de emergência.

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O alarme faz parte de uma série de medidas adotadas pelas autoridades para tentar controlar os milhares de casos de insolação e mortes causadas pelo calor extremo. As ações também incluem ajuda financeira para que as pessoas comprem ar-condicionado e pontos de resfriamento espalhados pelas ruas.

Além do dispositivo, outra tecnologia que está sendo testada e distribuída pelo governo é um relógio de pulso que detecta o aumento da temperatura corporal. Isso porque os idosos podem não sentir tanto calor e, mesmo assim, estarem sofrendo de insolação.

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Algumas cidades também investiram em programas voluntários, em que as pessoas vão às portas das casas oferecer informações sobre como se refrescar adequadamente e verificar se o morador precisa de alguma ajuda.

Em 2025, o país teve seu verão mais quente já registrado pelo terceiro ano consecutivo. Em agosto, Tóquio enfrentou nove dias seguidos com temperaturas acima de 35°C.

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A preocupação é reforçada pelo fato de o Japão ter a maior proporção de idosos do mundo, grupo vulnerável às ondas de calor. Devido ao envelhecimento do país, muitos deles também moram sozinhos e não contam com uma rede de apoio.

A insolação pode causar tontura, fraqueza, náusea e dor de cabeça. Em casos graves, pode contribuir para confusão mental, desmaios e até risco de morte.

Perguntas e Respostas

 

Qual é a situação do calor extremo no Japão?

 

O Japão está enfrentando ondas de calor cada vez mais intensas, com a temperatura mais alta já registrada no país, alcançando 41,8°C em Gunma. Essa situação coloca em risco especialmente a população idosa.

 

Como o governo japonês está ajudando a população a lidar com o calor?

 

O governo japonês distribuiu um dispositivo de alarme que mede a temperatura e a umidade do ambiente, recomendado especialmente para idosos que moram sozinhos. O dispositivo possui um botão que aciona o serviço de emergência.

 

Quais outras medidas estão sendo adotadas para combater os efeitos do calor?

 

Além do dispositivo de alarme, as autoridades estão oferecendo ajuda financeira para a compra de ar-condicionado e estabelecendo pontos de resfriamento nas ruas. Também está sendo testado um relógio de pulso que detecta o aumento da temperatura corporal, uma tecnologia importante, pois os idosos podem não perceber o calor intenso.

 

O que as cidades estão fazendo para ajudar a população?

 

Algumas cidades implementaram programas voluntários, onde pessoas visitam as casas para oferecer informações sobre como se refrescar adequadamente e verificar se os moradores precisam de ajuda.

 

Qual é a preocupação em relação à população idosa no Japão?

 

O Japão possui a maior proporção de idosos do mundo, que são mais vulneráveis às ondas de calor. A insolações pode causar sintomas como tontura, fraqueza, náusea e dor de cabeça, e em casos graves, pode levar a confusão mental, desmaios e até risco de morte.

 

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