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Coreia do Norte diz que relação com EUA não mudou após elogios de Trump a Kim Jong-un: ‘Hostil’

Regime diz que continuará intensificando suas forças nucleares, rejeitando os apelos de Washington

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Coreia do Norte afirma que a política hostil dos EUA permanece inalterada e continua a intensificar sua força nuclear.
  • O governo norte-coreano acusa os EUA de manter uma postura de confronto com a desnuclearização e críticas aos direitos humanos.
  • As armas nucleares são vistas pela Coreia do Norte como garantia de defesa de sua soberania.
  • Apesar da redução dos exercícios militares pelos EUA, a Coreia do Norte considera as manobras provocativas e agressivas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Armas nucleares são vistas pela Coreia do Norte como garantia de defesa da soberania Planet Labs PBC/Divulgação via Reuters - 17.05.2026

A Coreia do Norte afirmou nesta segunda-feira (31) que a política hostil dos Estados Unidos permanece inalterada e prometeu continuar intensificando sua força nuclear, rejeitando os vários apelos dos EUA pela desnuclearização do país.

Em comunicado divulgado pela agência estatal KCNA, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores acusou Washington de manter uma postura de confronto por meio de seu compromisso com a “desnuclearização completa” da Coreia do Norte, das críticas ao histórico de direitos humanos do país e dos exercícios militares conjuntos planejados com a Coreia do Sul e o Japão.

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“O governo Trump, portanto, reafirmou plenamente sua política hostil e imutável de violar arbitrariamente a soberania, o sistema político e os interesses de segurança da RPDC”, disse o porta-voz, utilizando as iniciais do nome oficial da Coreia do Norte, República Popular Democrática da Coreia.

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O Ministério afirmou que as armas nucleares da Coreia do Norte são “uma garantia absoluta para a defesa de sua soberania” e que seu status nuclear não seria enfraquecido pelas repetidas exigências de desnuclearização dos EUA.

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Também disse que esperar qualquer amenização das tensões regionais seria “inútil”.

Da mesma forma, “não há mudança” na política da Coreia do Norte em relação aos EUA, segundo o comunicado.

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A declaração foi feita depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou neste mês uma redução significativa dos exercícios anuais “Ulchi Freedom Shield” entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.

Trump citou seu “ótimo relacionamento” com o líder norte-coreano Kim Jong-un e disse que os exercícios eram caros e enviavam um sinal desnecessariamente hostil a Pyongyang.

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Trump vem buscando uma nova cúpula com o líder norte-coreano. Os dois se encontraram três vezes em 2018 e 2019.

Apesar da redução dos exercícios, Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, disse neste mês que os exercícios continuavam sendo provocativos e agressivos, mesmo que sua escala e duração fossem reduzidas.

Separadamente, EUA, Coreia do Sul e Japão devem realizar o exercício “Freedom Edge”, que visa melhorar a coordenação contra ameaças nucleares e de mísseis, de 7 a 11 de setembro, segundo as Forças Armadas de Seul.

A Coreia do Norte tem denunciado repetidamente o exercício entre os três países como uma ameaça à segurança regional.

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