Logo R7.com
RecordPlus

Análise: exercício conjunto entre EUA, Coreia do Sul e Japão deixa alerta à Coreia do Norte

Seul anunciou manobras de treinamento de defesa para responder às ameaças nucleares e garantir estabilidade na região

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Coreia do Sul anunciou exercícios militares conjuntos com EUA e Japão em setembro para responder a ameaças nucleares e garantir estabilidade.
  • As manobras incluem defesa antimísseis marítima, exercícios aéreos, guerra antissubmarino e defesa cibernética.
  • Donald Trump reduziu a duração das manobras anuais com Seul de 11 para cinco dias, considerando-as um "insulto" para a Coreia do Norte.
  • O professor Kleber Galerani destaca que os exercícios são um comunicado diplomático e mostram a aliança entre Seul, Tóquio e Washington contra a Coreia do Norte.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Coreia do Sul anunciou a realização de exercícios militares conjuntos com Estados Unidos e Japão, em setembro. Segundo o Estado-Maior Conjunto de Seul, as manobras são um treinamento de defesa que os países realizam anualmente para responder às ameaças nucleares e garantir a estabilidade na região.

Os exercícios devem incluir elementos de defesa antimísseis marítima, exercícios aéreos e de defesa aérea, guerra antissubmarino e defesa cibernética. O anúncio ocorre dias após os Estados Unidos reduzirem de 11 para cinco dias as manobras anuais com Seul. De acordo com Donald Trump, os exercícios eram “um insulto” para o líder norte-coreano.


Veja Também

Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (28), Kleber Galerani, professor de direito e relações internacionais, afirma que “esse exercício militar também é um comunicado diplomático. Seul, Tóquio e Washington treinam juntos para mostrar a Pyongyang que a resposta será coletiva”.

Segundo o professor, é necessário considerar, no entanto, que os Estados Unidos estão em disputa por recursos militares entre diferentes regiões, o que pode ter feito com que os norte-americanos optassem pela redução das manobras.


“Isso mostra que os compromissos simultâneos podem obrigar Washington a reorganizar as tropas e as próprias prioridades entre aquilo que está ocorrendo no Oriente Médio e o que está ocorrendo na região do Pacífico. Quando uma frente exige mais navios, mais soldados, a outra precisa recalcular a sua presença”, explica.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.