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Coreia do Sul diz que treinará 500 mil ‘guerreiros de drones’ para combater Coreia do Norte

Armas serão fabricadas com componentes 100% sul-coreanos, evitando peças chinesas, por questões de segurança

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Coreia do Sul planeja expandir rapidamente suas capacidades em drones para enfrentar a Coreia do Norte.
  • Serão treinados 500 mil "guerreiros de drones" e distribuídos dezenas de milhares de sistemas não tripulados às unidades de linha de frente.
  • A meta inicial de produção de drones foi revisada para cerca de 60.000 unidades até 2029, com 11.000 a serem introduzidos em 2026.
  • Os drones serão fabricados com componentes 100% sul-coreanos, evitando peças chinesas, por questões de segurança.

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A meta inicial de produção de drones foi revisada para cerca de 60.000 unidades até 2029 Divulgação via Reuters - 29.12.2022

A Coreia do Sul expandirá suas capacidades de drones para fazer frente à Coreia do Norte por meio do treinamento de 500 mil “guerreiros de drones” e da distribuição de dezenas de milhares de sistemas não tripulados às unidades da linha de frente, informou o Ministério da Defesa nesta sexta-feira (26).

O ministro da Defesa, Ahn Gyu-back, disse que as Forças Armadas planejam produzir 110.000 drones até 2029 para implantação no Exército, na Marinha, na Força Aérea e na Infantaria de Fuzileiros Navais, mas o ministério posteriormente revisou essa meta para cerca de 60.000, com aproximadamente 11.000 a serem introduzidos em 2026.


Segundo o ministério, os sistemas serão distribuídos entre as Forças Armadas, com o objetivo de tornar os drones um item padrão para cada soldado.

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“Os drones não devem mais ser equipamentos utilizados por um número limitado de unidades, mas sim uma ferramenta de combate universal”, afirmou Ahn em uma coletiva, acrescentando que eles devem ser usados pelas tropas como uma “segunda arma pessoal”.


Ahn disse que Seul utilizaria componentes 100% produzidos no país, em vez de peças chinesas, na construção dos sistemas, em resposta a preocupações com a segurança.

O anúncio ocorre no momento em que ambas as Coreias aceleram os esforços para desenvolver capacidades com drones, influenciadas pelas lições aprendidas em conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio, onde os sistemas não tripulados surgiram como fatores decisivos no campo de batalha.

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